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Qual o principal equipamento turístico de Bauru?

Postado no dia 26/janeiro/2009 em Cultura,Economia por Renato Cardoso

Nem sei se é possível responder a essa pergunta e até mesmo se é ela pertinente. Mas de qualquer forma vamos lá: Bauru é uma cidade com forte vocação turística, especialmente voltada aos negócios, por seu forte comércio e importante parque industrial e também focada na ciência, pelo que representa a USP, com o Centrinho, o Instituto Brannemark, o Hospital Lauro de Souza Lima e alguns outros.

Turismo mesmo, aquele que todos imaginam, com um japonês curtindo tudo que vê e registrando em sua moderna máquina fotográfica, são apenas alguns. Temos a Igreja Tenrikyo, o Aeroclube que é internacionalmente conhecido pelos eventos de aviação e formação de pilotos, assim como e em especial de planadores, temos o Teatro Municipal, nossos museus, nosso Horto Florestal, Jardim Botânico e um shopping diferenciado, que é referência na região. Claro que temos mais atrativos, além de ótimos hotéis, que fazem de Bauru a cidade pólo de uma ampla região.

Mas, sob esse ponto de vista, e levando em conta o aspecto condições de preparo para receber o turista, o principal mesmo é o nosso Jardim Zoológico, que figura entre os três mais completos e principais do Estado. Falta muita coisa, mas com um pouco de atenção por parte do poder público, poderá ser o melhor do Estado, especialmente porque tem profissionais apaixonados a cuidar dos animais, do habitat, do ambiente e dos equipamentos complementares para bem receber turistas.

Claro que falta área para estacionamento, um bom restaurante e alguns diferenciais, mas que estão na mira de seu diretor, Luiz Pires, que de tão persistente, estou certo de conseguir o que sonha e que a cidade nem imagina o que irá representar para todos pelo caminho do turismo e da ecologia.

Mas, a respeito, insisto: alguém aí quer ganhar dinheiro, investindo num equipamento turístico voltado às crianças, nas proximidades do Zoológico Municipal? Seria a definição do perfil turístico da região e o mote principal para nos posicionarmos com uma portfólio completo.

O sonho continua com um toque por um anjo em Maurício de Souza, que morou aqui e trabalhou no Diário de Bauru. Pensaram num Parque da Mônica (que foi criada em Bauru), em localização próxima ao nosso Zoo?

É sonhar demais?

Bauru cuidando do trânsito

Postado no dia 26/janeiro/2009 em Política,Sociedade por Glauciana Nunes

A avenida Castelo Branco é o maior problema do trânsito em Bauru atualmente, afirma o Jornal da Cidade. Não glamurosa como a Duque de Caxias ou a Nações Unidas, essa avenida, que era a antiga estrada que ligava Bauru com Piratininga, criada em 1936, hoje é considerada como uma das grandes vias da cidade.

A Castelo Branco é ponto estratégico para várias partes da cidade e faz a ligação entre municípios, a algumas universidades e a importantes bairros de Bauru. Atualmente é considerada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) como o pior gargalo do trânsito da cidade.

Por estar fora das atenções como outras avenidas vedetes, a Castelo nunca foi alvo de cuidados, como suas concorrentes mais famosas. Entretanto, nos últimos anos a prefeitura tem se dedicado mais a ela: foram instalados semáfaros nos principais cruzamentos e colocadas lombadas eletrônicas.

Mas, apenas isso não basta para fazer o trânsito fluir adequadamente, principalmente na altura da rotatória Primaz Chujiro Otake. Nos horários de pico (por volta das 8h e 18h30) é um vai-e-vem desordenado de carros, ônibus e motos.

De acordo com o JC, a Emdurb vai tomar providências para melhorar o trânsito dos entornos da Castelo Branco, como proibir o estacionamento na avenida, vai liberar o viaduto Mauá (interditado desde setembro de 2008, por problemas na estrutura) e aumentará o diâmetro da rotatória.

Fico feliz que Bauru realmente esteja preocupada com o trânsito e as vias. Afinal, isso é crescimento ordenado. E nossa querida cidade merece essa atenção!

E você, enfrenta problemas na Castelo Branco ou em alguma outra avenida? Conte para nós!

Mais do que audiência, queremos interatividade

Postado no dia 25/janeiro/2009 em Comportamento,Cultura,Economia,Mídia,Política por Paulo Milreu

Segundo a Wikipedia:

Interatividade é um conceito que quase sempre está associado às novas mídias de comunicação [1] Interatividade pode ser definida como:

“uma medida do potencial de habilidade de uma mídia permitir que o usuário exerça influência sobre o conteúdo ou a forma da comunicação mediada.”[2]

Porém ainda há a perspectiva sociológica do termo que seria:

“a relação entre duas ou mais pessoas que, em determinada situação, adaptam seus comportamentos e ações uns aos outros”[2].

Interatividade não é um termo comumente encontrado em dicionários[3]. A única referência encontrada foi no Dicionário de Inglês de Oxford que diz:

a)Uma atividade que envolve interação;
b)Propriedade de ser interativo.

Ter apenas audiência é pensar com o modelo da mídia tradicional, que vende e espera apenas que as pessoas assistam, leiam, ouçam ou vejam. E sendo o BauruBlog uma nova mídia digital, não basta ter audiência, precisamos desenvolver interatividade.

E essa sempre foi a meta do projeto, considerando que pensei nessa idéia anos atrás quando ainda me debruçava sobre sites, blogs, teses, textos, livros e discussões sobre o impacto das novas mídias digitais no comportamento do consumidor (aliás, tema de uma palestra que venho apresentando desde 2007). E é assim que tem sido.

Enquanto vários sites e até mesmo blogs tem muito mais posts  e conteúdo, mas uma baixíssima interatividade, o BauruBlog vem ganhando a cada dia uma maior participação do bauruense ou daqueles interessados no que acontece aqui pela nossa terrinha.

Estou ansioso para terminar o mês e poder relatar mais uma vez num post o desempenho do BauruBlog, como fiz no fechamento do primeiro mês. Estou me surpreendendo a cada dia, e isso é bom.

O BauruBlog é uma grande experiência e seus resultados fazem parte de um trabalho maior. Mas é com ele que posso apresentar o trabalho da nossa empresa e mostrar como podemos desenvolver estratégias de comunicação digital com resultados comprovados para qualquer empresa interessada.

Quer mais? Interaja!

Carnaval em Bauru

Postado no dia 25/janeiro/2009 em Comportamento,Cultura por Renato Cardoso

Sou do tempo em que era realizado carnaval na Rua Batista de Carvalho, hoje o “Calçadão” voltado ao comércio.
Claro que, logo a seguir, continuei sendo do tempo do carnaval na Rodrigues Alves e, na minha opinião, a melhor época, porque havia uma química bem equilibrada, consistindo na saída dos clubes sociais à rua e disputando o título. Depois cada clube dava continuidade ao seu carnaval em seus salões.

O carnaval de rua podia ser encarado, sob o ponto de vista marketing, um “teaser” ou mesmo degustação do que poderia ser encontrado em cada salão de nossos clubes.

Entravam na festa o BTC, o Luso, BAC e Bancários. As escolas de samba optavam por este ou aquele clube e aí eram formadas uma espécie de escola de samba nos moldes dos carnavais do Rio de Janeiro e São Paulo.
Isso mesmo, com em média cinco carros aloegóricos, rei, rainha, bateria, blocos e animação… muita animação. Um fio corria toda avenida para dar condições técnicas ao puxador do samba.

Havia enredo e samba enredo e muitos se destacaram neste aspecto.

Depois a festa foi para a Avenida Nações Unidas e por lá ficou por dois ou três anos. A Globo fazia da festa o seu programa de maior audiência, com a CESP cedendo um imenso guindaste que fazia as vezes de “grua”, para abrigar as câmeras pan com vista para toda avenida.

Um dia, um brlhante prefeito decidiu construir o “sambódromo” e não sei se por essa razão ou por ter passado do ponto, o “samba morreu”.

Hoje e para este ano, sabemos que teremos apenas uma noite de carnaval de rua e assim mesmo com todas as antigas escolas se juntando e com investimento por parte da prefeitura.

Veja como podiam ser as coisas: tá dando certo, deixa como está.

Tanto mudaram e tanto foi tirado proveito político de nossa festa mais popular, que chegou ao ponto em sentido contrário à letra da música: “Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar” …

E acabou morrrendo.

Bumbo em toque lento em saudação ao falecido.

Se tivesse outro nome…

Postado no dia 23/janeiro/2009 em Comportamento,Economia por Renato Cardoso

Refiro-me ao Aeroclube que, em razão do nome, todos imaginam tratar-se de um clube voltado à prática de planadores e outros esportes por aviões. Mas só por este aspecto, já vale a pena, pois não se trata de esporte praticado por amadores. Somos e ou formamos os melhores do País.

Mas, o que pouca gente sabe, é que o Aeroclube de Bauru é uma escola de formação de profissionais da aeronáutica. Muitos profissionais da aviação saem profissionalmente do Aeroclube.

Está situado em área nobre? A cidade tem participação na grande e valiosa área? Tudo isso tem sido tema de muita discussão a respeito, mas é chegado o momento de ser pensado o assunto de forma racional, técnica, visando o bem comum. Claro que por este caminho tem que ser pensado na continuidade das atividades e funções da entidade e também temos que achar uma forma de aproveitar a valiosa área frente à Getúlio Vargas, mas não por caminhos judiciais, porque o entrave é tamanho, que o juiz a decidir essa ação poderá ser meu neto, hoje com dois anos.

Mas que é necessário que se converse a respeito, sem dúvida.

Podendo recomendar, diria que esse assunto deve ser conduzido com o seguinte princípio: “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.