Feed

O prefeito na rua… com os alunos da Viver Escola Waldorf

Postado no dia 25/maio/2009 em Comportamento por Reginaldo Tech

Pais e alunos da  Viver Escola Waldorf, de Bauru, fizeram um passeio de bicicleta pelas ruas da cidade… desde a escola, na Vila Giunta, até o Parque Vitória Régia. O dia brilhava alegria e todos foram organizados… e com muito ânimo. Nem temos muito a dizer… apenas vamos colocar algumas fotos… que valem mais do que mil palavras… ou um post bem escritinho.

sdc11158sdc11198

No Vitória Régia… todos estavam finalizando o passeio quando surgiu o prefeito Rodrigo Agostinho. Com toda a sua espontaneidade, Rodrigo conversou com todos… e ainda posou para fotos: é o prefeito na rua. Assim mesmo… o prefeito está nas ruas… e a população agradece. Melhor do que ficar entocado no gabinete, como muito político faz.

A realidade de Rodrigo me parece ser esta: apenas continuar do jeito que sempre foi… despojado. E isto eu ouvi das crianças… algumas que, em breve, poderão estar votando no Rodrigo, já que o prefeito tem futuro… e muito futuro! Por hoje é só… e fiquem com as fotos desse evento da Escola Viver, onde, por sinal, é onde meus filhos estudam.

sdc11201sdc11139

Como vai o senhor, professor?

Postado no dia 25/maio/2009 em Sociedade por Glauciana Nunes

aluno1

Nesse fim de semana estive em Bauru e uma das minhas longas conversas com uma pessoa girou em torno da educação municipal.

Mas, dessa vez, a tônica do assunto não era o descaso dos governantes em relação à educação, nem a falta de merenda ou material e nem o conceito pedagógico.

Durante todo o sábado e o domingo ouvi relatos de uma pessoa, que prefere não se identificar, que refletem a falta de treinamento dos educadores da rede municipal bauruense.

É claro que não podemos generalizar, já que esses relatos se referem a apenas uma escola da cidade e a amostragem não seria adaptada à realidade das tantas EMEIIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil Integradas) e EMEIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil) de Bauru. De qualquer forma, estamos falando de um total de, mais ou menos, 500 crianças.

A queixa que eu ouvi foi que as professoras dessa escola agem, por vezes, de forma relapsa em relação aos cuidados com os alunos. Por exemplo, só escovam os dentes das crianças que comeram a merenda. Perguntam em alto e bom som: “Fulano, você comeu sua merenda?”. Se a criança diz que não, a professora a manda sair da fila. Tal atitude, de acordo com minha fonte, é porque as professoras não têm paciência de fazerem a higiene bucal de todas as crianças e acabam por diminuir a fila na hora da escovação.

Outro relato que ouvi foi que a prefeitura envia material pedagógico para trabalhos em sala de aula: cadernos, giz de cera, livros para colorir, massinha, tinta atóxica e lavável e outros tantos materiais para o desenvolvimento educativo-motor das crianças, mas esse conteúdo não é devidamente aproveitado, porque as professoras preferem manter as turmas em frente à TV, já que seria mais fácil controlá-las entretidas ali.

E, por fim, ouvi – o que considero pior – que em dias mais frios ou chuvosos as professoras “torcem” para que as mães não levem seus filhos à escola. Porque, justamente nesses dias fica inviabilizada a permanência dos pequenos no parquinho, fazendo com que o corpo pedagógico da escola tenha que ter mais criatividade na programação diária dos alunos.

Enfim, esse talvez não seja um texto jornalístico, porque não estou citando a fonte e nem o nome da escola. Mas, talvez seja um texto escrito por uma cidadã, que é mãe de um aluno em idade escolar. O que esperamos da escola? Que papel a escola tem na vida de uma criança que passa mais tempo ali do que em casa?

A “culpa” pela falta de empenho dos professores é deles? É do município? É do nosso sistema educacional? É dos baixos salários da categoria? Não sei responder e também não estou julgando aqueles educadores. Só estou relatando um fato que me assusta e quero dividir com a sociedade bauruense, pois acho que, pelo menos colocando em discussão, a gente já consiga fazer algo. Ou, pelo menos, pensar em algo.

Uma cidade com problema de estacionamento

Postado no dia 23/maio/2009 em Comportamento,Política por Reginaldo Tech

O presidente da Emdurb, Rubens Rubito, que foi meu aluno no Colégio Anglo, tem um problemão para resolver na sua gestão. Estou falando do estacionamento nas ruas da cidade. Não falo da Área Azul, que funciona direitinho, mesmo porque é uma forma de entrada de dinheiro nos cofres públicos, através do pagamento de estacionamento ou de multas por estacionamento irregular.

rubitoQuero chamar a atenção para o excesso de guias rebaixadas e para a falta de estacionamento não pago no centro da cidade. Não sei como funciona a fiscalização desse problema de guias rebaixadas, só sei que quando passamos pelas ruas de Bauru, verificamos muitos abusos, como guias rebaixadas e inscrições como “proibido estaciona” na frente de imóveis que, na prática, não são entradas de veículos.

A rua Araújo Leite, nas quadras 7, 8 e 9 são exemplos disso. O dono do comércio faz uma espécie de reserva de vaga, rebaixando a guia inteira na frente do seu imóvel… e o usuário do trânsito que se dane. Este é outro excesso: rebaixar a guia toda. E eu pergunto: não existe lei que padroniza esta situação?

area_azul-bauruNas ruas Quinze de Novembro e Rio Branco estas situações também ocorrem. Alguns, por vontade própria, pintam a extensão da frente de seus imóveis de amarelo ou rebaixam guias onde não existe entrada de veículo, na ânsia de guardar uma vaguinha para seus carros ou para seus clientes.

Esta situação vem acontecendo há anos, e nenhum dos ocupantes da presidência da Emdurb resolveu o caso. Por isso mando esse post para o BauruBlog, para ver se o Rubito, com sua juventude e inteligência, consegue botar a mão nessa ferida. Aproveitando, eu pergunto: qual é a lógica para uma ou outra quadra não ter pagamento de àrea Azul? Qual é a lógica de escolha para as quadras em que o estacionamento é cobrado?

emdurb-bauruNão haveria um meio de se fazer um re-estudo total da questão do estacionamento, guias rebaixadas, locais onde é proibido estacionar, placas de proibido estacionar e todas estas questões envolvendo o trânsito e o estacionamento na cidade?

Com a palavra, os responsáveis e a nossa Câmara de Vereadores. O BauruBlog vai começar a publicar fotos dessas irregularidades. E por hoje é só. Bjomeliga!

Fui enganado mais uma vez pela TIM

Postado no dia 18/maio/2009 em Economia por Paulo Milreu

Eu me achava muito inteligente, vacinado e sendo um cliente da TIM desde 2007 já tinha passado por tudo o que podia acontecer comigo. E, é claro, na renovação eu daria um belo chute na TIM.

Mas, este início de ano venceu finalmente meu Plano Corporativo, com 7 linhas e muita dor de cabeça. Desde problemas mais simples como problemas mais complicados eu tive com essa operadora, que a meu ver deveria ser “interditada” pela ANATEL (porque multa não funciona com eles).

Depois de consultar outras operadoras, com propostas melhores que o meu atual plano e perceber que todas são farinha do mesmo saco (acho que vocês já conhecem essa ladainha), eu recebi uma proposta indecente da TIM. Pois é… eu tinha um plano de 700 minutos e estava renovando por esse mesmo plano, e veio a TIM me propondo 1.700 minutos pelo mesmo valor.

Sim, isso mesmo. Eram 1.000 (um mil) minutos a mais pelo mesmo valor. E quer mais? Me dariam em comodato 6 aparelhos, sendo 2 iPhones, 1 BlackBerry Bold, 2 LG Secret e um outro mais simples. Esses mesmos aparelhos estavam sendo vendidos pelas demais operadoras, então o ganho era maior com a TIM.

Recebi todos os aparelhos, exceto os 2 iPhones, e passei a ser enrolado desde o final de fevereiro sobre essa entrega, quase 90 dias já! E pior! Agora estão me cobrando um total de 17 linhas telefônicas, sendo que o tal vendedor representante da TIM me vendeu apenas 7 linhas. Entendem isso?

E agora tenta reclamar da TIM!

O vendedor sumiu e não me atende. A TIM só atende pela tal Central de Atendimento no *144 onde você fica numa roda vida de pessoas que não sabem lhe atender e dizem que resolvem e não resolvem (há quase 2 anos eu reclamo que recebo 2 contas da TIM, sendo elas em endereços diferentes e nunca resolveram, mesmo depois de vários contatos nessa Central de Atendimento).

SOCORRO! Quem pode me ajudar? Será que devo ir no PROCON ou acionar um advogado?

Professor Gualberto é semi-novo

Postado no dia 16/maio/2009 em Comportamento por Reginaldo Tech

Estava no Supermercado Paulistão da Getúlio Vargas. Comprava um bom vinho para a noite de sábado… e mais ingredientes de uma sopa que pensei em fazer. O Paulistão tem bons preços… mas creio que peca na higiene e limpeza. As coisas estão sempre empoeiradas. Os portugueses deviam ver melhor isto.

paulistao-1-mercadoNo caixa, enquanto aguardava o troco, chegou o professor João Gualberto Pires, professor aposentado da Unesp, ex-atleta profissional… que fazia compras com sua esposa. Os dois são pais da Vânia, que tive a felicidade de conhecer quando fazia teatro na USC. A Vânia virou uma grande profissional de informática, inclusive, o meu primeiro computador quem me vendeu foi a Vânia.

natacao-moinho-de-ventoNa época, o Gualberto me chamou a atenção para uma questão importante. Ele disse: “professor, é muito bom você ter comprado o computador, mas não deixe de lado os exercícios físicos”. No dia seguinte fui me matricular na escola de natação do Sidão, o professor Sidnei Silva, do Moinho de Vento.

Mas voltando ao supermercado, o professor Gualberto, sempre de bem com a vida, me contou que acabará de voltar de Poços de Caldas. E foi de lá que ele trouxe uma nova nomenclatura para a chamada terceira idade: ao invés de melhor idade ou suavidade, o Gualberto gosta de falar que é “semi novo”.

É isso! O pessoal que já passou há algum tempo da adolescência… agora é semi novo. Mas eu diria que podemos também inventar mais nomenclaturas, como “assumidade”. E por hoje é só, porque eu preciso escrever mais posts para os blogs www.reginaldotech.com.br e www.humanizabrasil.org.br. Bjomeliga!