Educação permanente aos motoristas pode melhorar o caótico trânsito de Bauru
Bauru… e seus motoristas carecem de educação permanente no trânsito. Mas a Emdurb, responsável pelo trânsito e pelas questões viárias na cidade não tem se preocupado com isso, o que é uma pena. Quando falo de educação no trânsito não estou me referindo ao estresse diário dos motoristas ou à direção defensiva. Nada disso, apesar de também serem boas propostas. Estou falando sobre “educar o motorista a fazer o trânsito fluir melhor pela cidade”.
Veja o caso do viaduto da rua 13 de maio, que liga a Bela Vista ao centro da cidade. Quando o motorista vem da Bela Vista existe uma espécie de gargalo quando o viaduto termina na rua Presidente Kenedy. E por que acontece isso? Por que não existe sinalização de solo criando duas faixas… e os motoristas fazem fila única, tornando o trânsito caótico ali, com longa espera. Esta sinalização, inclusive com placas indicativas, seria o “trânsito educativo”.
Outro caso é a rua Quinze de Novembro, que agora tem semáforos sincronizados. Pena que os motoristas não sabem usar essa ferramenta. Poucos sabem que se imprimirem uma velocidade de 40 a 50 km por hora naquela rua, farão o trânsito fluir rápido, já que poderão pegar todos os semáforos no “verde”. Mas a falta de sinalização, d
e informações sobre os semáforos e de um “trânsito educativo” naquela rua, tornam o trânsito lento, com carros que circulam no meio da faixa, quando existem duas faixas.
Estes são apenas dois dos muitos casos que podemos ilustrar. Fale-se da avenida Nações Unidas ou da Duque de Caxias ou do viaduto Antonio Eufrásio de Toledo! Lugares de lentidão, congestionamento e nenhum “trânsito educativo”. Ahh… entendi, caro internauta! Os “azuizinhos” estão comprometidos com as multas da área azul… ou parados nas esquinas à espreita de motoristas desatentos.
“Trânsito educativo”, meu amigo Rubito, presidente da Emdurb. “Trânsito educativo, prefeito Rodrigo Agostinho!












