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Passeio de moto a Pardinho – na crista do Polo Cuesta

Postado no dia 27/fevereiro/2009 em Lazer por Fernando Fernandes

Terça feira de carnaval. Eu, o Gilberto e o Waltinho, todos já bem vividos, como pode se ver nas fotos, combinamos um passeio de moto por alguma cidade da região e venceu Pardinho, cidade que fica a 1.100m e altitude e está inserida no Polo Cuesta (www.polocuesta.com.br).

Fernando com a DragStar do Reinaldo e WaltinhoGilberto e Waltinho com as motos:BMW 1000 e XT600

Saimos do Posto BR na praça Portugal com destino a Botucatu, primeiramente, depois Castelinho e, a exatos 107 km de Bauru, adentramos a vicinal que leva a Pardinho. Trata-se de uma estrada pouco movimentada, bem pavimentada e com uma paisagem lindissima.

Quando atingimos 127 km de Bauru, chegamos a famosa Serrinha e seguimos a direita, no sentido Castelo Branco. Nesse trecho existem muitos mirantes naturais, mas o mais interessante é o que fica numa sequencia de curvas que impedem que por aquela vicinal trafeguem caminhões de grande porte, pois eles nao fariam as tais curvas. A foto mostra bem isso.

Paisagem da serrinha de Pardinho - ao fundo o RodoServ StarDetalhe da qualidade da estrada

De la do alto, pode-se ver o Rodoserv Star, projeto do saudoso Jurandir Bueno Filho, com projeto elétrico do Beto Benjamin, que por sinal faz 50 anos hoje e com certeza foi muito cumprimentado pelo grande círculo de amigos que possui.

Depois de todas as paradas para tirar fotos e admirar a paisagem, chegamos ao ponto principal da viagem: o restaurante onde almoçariamos, chamado A Camponesa, instalado ao lado da Rodovia Castelo Branco, sentido interior, pertencente a Rede Graal.

O almoço e o prato

A comida lá é farta e de ótima qualidade. Voce se senta e já lhe servem um grande prato de batata frita tipo chips, mas fresquinhas, enquanto você escolhe o que vai pedir. Nós comemos um filé a parmeggiana. A foto mostra o tamanho do prato. Estava tudo muito bom.

Descansamos um pouco e retornamos a Bauru, aqui chegando por volta das 16 horas. O percurso foi de 260 km e cada moto consumiu 12 litros de gasolina, fazendo cerca de 22 km/l. E olha que são motos grandes: uma Yamaha XT 600 cc, uma DragStar de 650 cc e uma BMW de 1000 cc.

Até o proximo passeio.

Maldade: Assassinaram nossa gata Pitoca

Postado no dia 8/dezembro/2008 em Comportamento, Sociedade por Fernando Fernandes

Há tres anos, de manhãzinha, ao sairmos para o trabalho ouvimos um miado dolorido. Procuramos e encontramos uma gatinha muito pequena, recém nascida, sem raça definida, malhada de preto e branco, que ali fora deixada por alguém que imaginou que pudéssemos cuidar dela.

Aparentava estar com doença de pele, embora não tivesse mais que 15 cm. Levamos à veterinária, Dra. Jane, na Av. Nossa Sra. de Fátima, que confirmou nossas suspeitas e receitou um creme, que deveria ser passado 3 vezes ao dia.

Fiz isso durante uns 10 dias e percebemos que os pêlos voltaram a crescer, enquanto ela ficava cada vez mais arteira, dando a nós a alegria de vê-la brincando pelo quintal. Compramos uma cesta pra ela dormir, vasilhas e ração da melhor. A Dra. Jane cuidou das vacinas e logo depois do primeiro cio, procedeu a castração, pois como se sabe, felinos são rueiros, gostam de explorar e no cio, procriam como coelhos.

Talvez em função dessa proximidade, a Pitoca, como a chamávamos, não se aventurava. Estava sempre próxima à nossa casa, às vezes entrando na garagem de algum vizinho, mas logo voltando pra casa.

Na última sexta-feira, durante a tarde, um dos meus vizinhos envenenou nossa Pitoca. Ela morreu em frente à casa de um outro vizinho, que veio me avisar por volta das 19 horas. Fui buscá-la e ela ainda estava quente!

Fiz o enterro dela em área apropriada.

Que tristeza não a vermos mais sobre os carros, vindo correndo até a porta quando acordávamos, escondendo-se nos lugares mais impossíveis dentro de casa. Enfim, só dando alegria em troca da ração e da pseudo segurança que nossos muros proporcionavam.

Apenas um gesto de alguem maldoso, de mau caráter, foi suficiente pra matar nossa gatinha. Deram veneno a ela, pois o tal vizinho disse que quando foi me chamar ela ainda estava respirando, arfando.

Que tipo de ser humano é esse, que prepara friamente o assassinato de um ser indefeso, que acreditou que iria receber dele algo gostoso? Se eu descobrir quem foi, denunciarei a quem de direito, para que ele não fique impune. Até lá, fica nos desígnios de Deus, pois os animais também pertencem ao seu reino.

Enquanto isso, fica a ausência preta e branca de suas brincadeiras, e curtimos a nossa dor, nossa saudade da Pitoca.

Estação Ferroviária, o que será dela?

Postado no dia 3/dezembro/2008 em Comportamento, Cultura, Gastronomia por Fernando Fernandes

Como está dito no meu curriculum, orgulho-me de ser filho de ferroviário. Entao nasci e cresci perto dos trilhos da estrada de ferro, mais precisamente da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
Aquela por cujo apito dos trens os mais velhos acertavam os seus relógios, movidos a corda!
Parece coisa muito velha, não é?

Olhe a foto ai acima e veja se ela lhe lembra algum lugar.
Pode ser que vc a identifique, pois trata-se de uma antiga estação ferroviaria, desativada em 1973 e depois transformada em museu, inaugurado em 1986: Museu Dorsay, em Paris (www.pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Orsay)

Se tiver curiosidade, acesse o link acima ou pesquise no Google e ficará por dentro do porque da transformação da antiga estação em museu.

Mas e a nossa estação, que fim levará?

Esperamos que o prefeito eleito, tão ligado a cultura, consiga transformar nossa estação ferroviária desativada, como fizeram com a Gare Dorsay, num espaço de exposições de categoria internacional.

Se o espaço for adaptado adequadamente e os mentores da cultura da cidade forem suficientemente esclarecidos (não temos duvida disso), grandes obras, como as que estão expostas naquele museu, poderão ser vistas por aqui.
Pense bem senhor prefeito: quantos bauruenses podem se dar ao luxo de vistar o original, em Paris?

E mesmo por aqui, quantos podem visitar os Museus existentes na capital, como o MASP, so para citar um?
Então pense grande e inicie o projeto, com recursos da LEI ROUANET, do BNDES, da Petrobrás, etc.
Com determinação nata dos jovens, é possivel que em 8 anos consiga terminar a obra e inaugurá-la.

Mas nada de descansar. É partir para candidatar-se a Deputado Federal, coisa para político experiente..

E vc, o que acha?

Aguardamos seu recado.

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