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Rodrigo Agostinho tem boa aprovação entre não-eleitores

Postado no dia 17/fevereiro/2009 em Política por Glauciana Nunes

Nada melhor do que medir o nível de satisfação de uma população em relação a seus governantes é ouvindo da própria população algo sobre eles. E nesse fim de semana ouvi o relato de uma cidadã bauruense, não-eleitora do Rodrigo Agostinho, um feedback muito positivo.

A minha sogra, tradicionalmente de direita na política [e na vida], não votou no Rodrigo, porque ele tinha como vice a Estela, uma ex-PT e com forte apelo esquerdista. Para minha sogra, isso era o bastante para ter o pé atrás e o voto bem indicado para a direita, no Caio Coube.

Para a minha surpresa, neste fim de semana, quando perguntei a ela – já esperando um discurso ácido – qual estaria sendo a sua visão em relação ao governo do Agostinho, me veio uma boa resposta. Para minha feliz surpresa, ela soltou um sorriso e disse: “Ele está ótimo!”

Eu, que sempre acreditei no menino-prefeito-prodígio quase que não acredito que aquela frase vinha de alguém tão crítica e tão avessa a novidades, sobretudo na política.

Sua satisfação tinha nome: um abono de R$ 1.174,90 em sua folha de pagamento.

Isso porque o prefeito de Bauru assinou e concedeu, no dia 29 de janeiro de 2009, um abono aos profissionais da educação básica e servidores da rede municipal de ensino, que estiveram em efetivo exercício no ano de 2008.

No ano anterior, Tuga Angerami, então atual prefeito, apenas repassou o abono (sobras referentes ao percentual destinado à educação, nos termos do art. 212 da Constituição Federal, e à verba do FUNDEB – Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação Básica) aos profissionais da pedagogia, ou seja diretores e professores.

Já neste ano, Rodrigo – em minha visão – conseguiu ser mais democrático e justo, pois repassou o valor também para os serventes, merendeiros, zeladores e todos os profissionais que oferecem suporte ao ensino pedagógico.

Aprovei essa atitude. Sobretudo porque sem uma boa merenda, não há um bom aprendizado!

Saiba mais sobre esse assunto.

Restaurante Tayu tem boa comida e tranquilidade para os pais

Postado no dia 9/fevereiro/2009 em Gastronomia por Glauciana Nunes

logo-banqueteFazia muitos anos que eu não ia ao restaurante Tayu (Rua José Antonio Braga, 2,77 – Vila Aviação). Acho que desde quando era em um outro endereço. Neste fim de semana resolvi voltar à Bauru e fui ao restaurante.

Que boa surpresa ao entrar naquele espaço amplo, bem-decorado e arejado. Logo na entrada já fomos recepcionados pelo maitre, que nos ofereceu mesa em um salão refrigerado com ar-condicionado, em um outro maior – o principal – apenas com os ventiladores e ainda o terraço, ao ar livre. Gostei das três opções.

Escolhemos sentar-nos ao ar livre, já que a noite estava quente e estrelada. Pedimos um bom vinho branco frisante, que estava na temperatura ideal. No cardápio, a culinária chinesa é a especialidade do lugar, dividindo espaço com a japonesa. Para aqueles que realmente não apreciam a cozinha oriental, há ainda peixe e carnes mais tradicionais.

O atendimento é bom, a comida vem em porções bem servidas, tem variedade de cardápio, uma carta de bebidas a contento, há conexão wireless e um preço bem justo. Mas, o que destaco aqui é um espaço kids, onde os pais deixam as crianças se divertirem enquanto comem.

Para quem tem filhos [como eu, que tenho um bebê de 1 ano e sete meses] esse é um ponto que nos faz voltar a um restaurante. Fui conhecer a sala das crianças e lá tinha uma TV bem grande passando um desenho, sofás confortáveis, mesinhas com lápis de cor e papel e alguns brinquedos espalhados. A monitora, uma simpática Paula, disse que desde que a criança já saiba andar, qualquer idade é aceita ali.

Parabéns ao Tayu por essa iniciativa. Mesmo morando em São Paulo, onde as opções de restaurantes são mais, encontrar um espaço kids é realmente um ponto muito positivo. Então, pais com crianças, Tayu é o lugar!

Serviço:

Restaurante Tayu
Endereço: Rua José Antonio Braga, 2,77 – Vila Aviação. Bauru – SP
Telefone: (14) 3224-3685
Funcionamento:
No Almoço: De segunda à sexta-feira, das 11h às 14h30.
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 15h30
No Jantar: De domingo à quinta-feira, das 18h às 23h30
Sextas e sábados, das 18h às 00h30h

Fevereiro é tempo de planejar

Postado no dia 27/janeiro/2009 em Economia por Glauciana Nunes

aulaDezembro e janeiro são meses diferenciados no calendário do brasileiro. Primeiro, é Natal, é festa de fim de ano da empresa, é revéillon, é gasto. Depois, em janeiro as crianças estão de férias, não há excesso de carros nas ruas, a cidade fica mais vazia.

O ditado, apesar de clichê, continua válido: o ano só começa depois do carnaval. Eu antecipo um pouco, pois acho que o ano só começa em fevereiro. O mês mais curto dá o tom do ano que vai se desenrolar.

Fevereiro é hora de colocar em dia as contas, de montar o planejamento financeiro para os 10 meses seguintes, de sonhar novamente e de voltar a estudar. Fevereiro é tempo de volta às aulas.

A economia se aquece novamente: lista de materiais, mensalidade da escola particular, volta dos universitários para Bauru, investimento no transporte escolar e outros inúmeros pontos que fazem os cofres bauruenses engordarem.

Investir em educação é premissa básica de qualquer pai, já que o sistema educacional brasileiro não atende. Então, é segurar por onde dá. Em meio a tantos gastos, o ideal é colocar tudo na ponta do lápis e calcular em que aspectos pode-se economizar.

E vale tudo: tentar uma bolsa na universidade, fazer pesquisa de preço de lista nas papelarias, brigar por um desconto na escola, pechinchar o valor da van escolar. Mesmo que a economia pareça pequena, somando tudo pode fazer a diferença. Fique de olho e boas aulas!

Bauru cuidando do trânsito

Postado no dia 26/janeiro/2009 em Política,Sociedade por Glauciana Nunes

A avenida Castelo Branco é o maior problema do trânsito em Bauru atualmente, afirma o Jornal da Cidade. Não glamurosa como a Duque de Caxias ou a Nações Unidas, essa avenida, que era a antiga estrada que ligava Bauru com Piratininga, criada em 1936, hoje é considerada como uma das grandes vias da cidade.

A Castelo Branco é ponto estratégico para várias partes da cidade e faz a ligação entre municípios, a algumas universidades e a importantes bairros de Bauru. Atualmente é considerada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) como o pior gargalo do trânsito da cidade.

Por estar fora das atenções como outras avenidas vedetes, a Castelo nunca foi alvo de cuidados, como suas concorrentes mais famosas. Entretanto, nos últimos anos a prefeitura tem se dedicado mais a ela: foram instalados semáfaros nos principais cruzamentos e colocadas lombadas eletrônicas.

Mas, apenas isso não basta para fazer o trânsito fluir adequadamente, principalmente na altura da rotatória Primaz Chujiro Otake. Nos horários de pico (por volta das 8h e 18h30) é um vai-e-vem desordenado de carros, ônibus e motos.

De acordo com o JC, a Emdurb vai tomar providências para melhorar o trânsito dos entornos da Castelo Branco, como proibir o estacionamento na avenida, vai liberar o viaduto Mauá (interditado desde setembro de 2008, por problemas na estrutura) e aumentará o diâmetro da rotatória.

Fico feliz que Bauru realmente esteja preocupada com o trânsito e as vias. Afinal, isso é crescimento ordenado. E nossa querida cidade merece essa atenção!

E você, enfrenta problemas na Castelo Branco ou em alguma outra avenida? Conte para nós!

Janeiro é sinônimo de caos em Bauru

Postado no dia 15/janeiro/2009 em Generalidades,Política por Glauciana Nunes
Crédito: João Rosan

Crédito: João Rosan

Já é tradição. Depois das festas de Natal Bauru entra em colapso. E não é por conta do baque na economia, causado pela inadimplência das compras de dezembro ou pelas férias, e nem por ser o primeiro mês do ano.

Janeiro costuma parar a cidade por outro motivo: as chuvas de verão! Morei seis anos em Bauru e não teve um sequer que não tenha sofrido com as águas que vêm do céu.

Deve haver alguma explicação meteorológica para chover tanto e com tanta intensidade nos meses de janeiro, fevereiro e março, mas certamente não há argumento político para o descaso das autoridades em relação ao que a chuva causa à população bauruense.

E todo ano é a mesma história: ruas alagadas, queda de iluminação pública, água invadindo casas, carros parados nas ruas…

A periferia é onde as coisas são piores, mas a chuva tem afetado os bairros mais centrais de Bauru. E ruas não tão comuns de alagarem também estão sofrendo com as chuvas.

E me pergunto: o que a prefeitura faz para conter isso? Eu, sinceramente, não sei o que de concreto é feito.

E você, percebe alguma melhora em relação a isso? Comente!

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