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Pelos supermercados da cidade: Paulistão precisa da visita da vigilância sanitária

Postado no dia 8/janeiro/2010 em Comportamento,Economia,Gastronomia,saúde por Reginaldo Tech

Eu sou um “supermercadista”. Calma, Jad Zogheib, nada de concorrência. É que sou frequentador assíduo de supermercados. E não é só em Bauru. Na praia, por exemplo, eu sou o primeiro a levantar a mão quando alguém precisa fazer compras. Gosto muito mesmo. Sou observador de preços, qualidade, higiene e outras situações dos supermercados por todos os cantos onde vou. E em toda cidade eu visito um supermercado.

Mas… voltando a Bauru, quero falar um pouco sobre uma situação que vem me incomodando muito: o Supermercado Paulistão. Nem sei mais quem são os donos, de tanto que os empresários compram e vendem suas redes. Isso também não importa muito. Hoje fui ao Supermercado Paulistão da Bela Vista, pois tive um compromisso bem próximo dali. Esse mercado fica na Praça dos Expedicionários, que fica em frente a TV Tem.

Vou ser curto e grosso: geladeiras pingando água, que escorria pelo chão, garrafas de refrigerantes caídas no chão, pãp de forma com data de validade 8 de janeiro de 2010 (hoje é dia 8 de janeiro de 2010), cheiro ruim próximo ao açougue… sem falar nos pouquíssimos caixas funcionando e nos problemas com máquinas de check-out (caixas): leitora de código de barras e máquina de cartão de débito/crédito que não funcionavam.

Acho o Paulistão um mercado barato, com vários bons produtos alternativos, mas muito sujo e pouco higiênico, com produtos empoeirados nas prateleiras. Será que não valeria à pena a vigilância sanitária fazer uma visita às lojas do Paulistão da Getúlio, Nações e Bela Vista? É só por hoje!

Associação Hospitalar de Bauru: é hora de humanização na saúde

Postado no dia 4/janeiro/2010 em Comportamento,Política por Reginaldo Tech

Aqui em Bauru, recentemente, a notícia de má gestão na Associação Hospitalar abriu espaço para mudanças, que nos parecem ser profundas. Ou seja, a Polícia Federal e o Ministério Público desmontaram uma bomba relógio… e as coisas (perece) voltaram a funcionar. No dia 1º de dezembro de 2009, o Jornal da Cidade publicou matéria intitulada: “AHB visa melhoria de atendimento”, com informações importantes a respeito da reorganização porque passam o Hospital de Base e a Maternidade Santa Isabel.

Segundo a matéria do JC,
melhoria de gerenciamento, modernização, profissionalização da estrutura, novo modelo de gestão e aprimoramento profissional são algumas “palavras de ordem” dentro da nova gestão da AHB, cujo interventor, Fábio Tadeu Teixeira precisa de todo o apoio da comunidade e dos poderes constituídos. Agora é a hora de mudanças radicais, para que trabalhadores da saúde e usuários do SUS sejam os grandes timoneiros dessas transformações.

Nesse ponto, é preciso retomar (mais uma vez) os indicativos do Ministério da Saúde, que norteiam os prestadores de serviço do Sistema Único de Saúde, o maior sistema de inclusão social do mundo, pelas boas palavras da PNH, a Política Nacional de Humanização. Se a Associação Hospitalar de Bauru está modificando bases, estratégias e protocolos, inclusive realizando mudanças nos protocolos de atendimento e não apenas nos protocolos médicos, chegou a verdadeira hora da virada. E essa virada é a humanização e o acolhimento.

Quando se fala em humanização e acolhimento é preciso que se busque o mais profundo envolvimento do prestador (no caso, a AHB) com seus colaboradores e usuários do sistema, já que o SUS somos todos nós. É bem verdade que qualquer trabalho de humanização e acolhimento não surte efeito a curto prazo, mas as mudanças começam a aparecer logo nos primeiros dias em que se escolhe este caminho. Tenho falado isso em minhas palestras sobre humanização na saúde e qualidade de vida.

Humanização é concretização…
e pode ser gerada através de trabalhos vivenciais, com  monitoramento de resultados. Nossas experiências em instituições públicas e privada, hospitais e secretarias de saúde, distribuidoras de medicamentos e planos de saúde, sempre tratando da condução de projetos de implantação de humanização e acolhimento, nos dão a certeza de que o choque de gestão é um  dos bons caminhos, com mudanças estruturais; reorganização do organograma (como está fazendo atualmente a AHB; instalação de ouvidoria realmente independente; e comunicação integrada, inclusive com a produção do guia do usuário, com linguagem simples e que atinja o cidadão.

Hoje é dia de pastel na feira

Postado no dia 3/janeiro/2010 em Comportamento por Reginaldo Tech

Não tem jeito! Todo domingo é dia de pastel na feira da Gustavo Maciel. No ano passado foi assim, neste ano vai ser a mesma coisa. Neste primeiro domingo de 2010 vai ter pastel da feira. Uns comprando verduras e legumes, outros só passeando. Alguns, como Dudu Ranieri, batendo ponto. Outros, apenas indo para comer o pastel.

Várias barracas são disputadas pelas pessoas, que se acotovelam para pedir pastel de carne, queijo ou palmito. Às vezes, acompanha um refrigerante, às vezes, não. E enquanto se come o pastel, uma conversa rápida com a pessoa ao lado. Não se pode esquecer também daquele molho que acompanha, com repolho, cebola e tomate. E ainda tem o molho de pimenta.

Mas o melhor mesmo é comprar uma massa para continuar a festa em casa, fazendo muitos pasteis, porém, sem o segredo da japonesa da feira. Mesmo assim, é bom para um domingo com macarronada. Ou seja, domingo é mesmo dia de pastel na feira, mesmo que seja lá pelas quase 5 horas da manhã, quando se si de alguma balada.

Dá até para aproveitar e comprar bananas, melancia, rúcula e cheiro verde!

Hoje é dia de pastel da feira

Postado no dia 3/janeiro/2010 em Comportamento por Reginaldo Tech

Não tem jeito! Todo domingo é dia de pastel na feira da Gustavo Maciel. No ano passado foi assim, neste ano vai ser a mesma coisa. Neste primeiro domingo de 2010 vai ter pastel da feira. Uns comprando verduras e legumes, outros só passeando. Alguns, como Dudu Ranieri, batendo ponto. Outros, apenas indo para comer o pastel.

Várias barracas são disputadas pelas pessoas, que se acotovelam para pedir pastel de carne, queijo ou palmito. Às vezes, acompanha um refrigerante, às vezes, não. E enquanto se come o pastel, uma conversa rápida com a pessoa ao lado. Não se pode esquecer também daquele molho que acompanha, com repolho, cebola e tomate. E ainda tem o molho de pimenta.

Mas o melhor mesmo é comprar uma massa para continuar a festa em casa, fazendo muitos pasteis, porém, sem o segredo da japonesa da feira. Mesmo assim, é bom para um domingo com macarronada. Ou seja, domingo é mesmo dia de pastel na feira, mesmo que seja lá pelas quase 5 horas da manhã, quando se si de alguma balada.

Dá até para aproveitar e comprar bananas, melancia, rúcula e cheiro verde!

Educação é saúde preventiva. Vera Casério sabe disso.

Postado no dia 2/janeiro/2010 em Política por Reginaldo Tech

Vera Casério (foto: Júlio Riccó/Agência BOM DIA)

Não vamos esperar o carnaval passar para o Brasil começar a funcionar. Até rimou, mas é uma ordem premente para que as coisas se estabeleçam de fato. E em meio às festas de final de ano, o prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, resolveu começar a “mexida” na casa: trocou a direção da secretaria de educação. Nesta segunda-feira, dia 4 de janeiro, toma posse a educadora Vera Casério.

Nem vamos nos derramar em elogios à nova secretária. Primeiro que ela não precisa disso, já que sua carreira e posições educacionais já demonstram capacidade e zelo com o sistema de ensino; e segundo, para não parecer discriminação a secretária anterior, Majô Jandreice, que tem sua capacidade profissional e política demonstrada, mas acabou não atingindo os objetivos que o prefeito queria.

Mas, voltando a Vera Casério, percebo que ela tem uma qualidade vital para o cargo que vai ocupar: a capacidade de pensar a educação de um jeito moderno e arrojado. Vera tem uma dimensão político-social que a faz sair da teorização e ir direto às práticas do que chamo de “acolhimento na educação”. Uma expressão que inventei, fazendo uma relação com humanização e acolhimento na saúde.

Esta visão da nova secretaria, que objetiva uma espécie de educação preventiva, é algo como usar a educação como saúde preventiva. Ou seja, a educação deixa de ser o fim e passa a ser o meio pelo qual as crianças (e também pais e professores) podem se tornar sujeitos de ações proativas. Objetivamente, ao invés de uma educação que apenas multiplique saberes, uma educação que crie condições de mudanças, mesmo que sejam mudanças pontuais nas famílias e nos bairros.

Da década de 90, quando Vera Casério foi secretária de educação do município, até o dia de sua posse na mesma secretaria, passaram-se mais de dez anos. O mundo mudou, a realidade é bem outra… e a nova secretária sabe muito bem disso, pois ganhou também esta experiência no mundo corporativo, onde esteve até agora. No mais, é torcer e colaborar, pois competência existe!