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O turismo regional

Postado no dia 12/março/2009 em Economia,Gastronomia,Lazer,Política,Sociedade por Renato Cardoso

Turismo em Bauru e mesmo em todo interior, sempre foi tratado e discutido como uma atividade emissiva de paulistas e paulistanos para outros centros. Ou seja, falava-se em turismo emissivo. Jamais alguém vislumbrou o turismo como fonte de receita, geração de emprego e renda.

Sem falsa modéstia, a discussão do turismo como ítem importante de desenvolvimento econômico foi iniciado a partir da proposta do titular do post, quando ocupava este, o cargo de Diretor de Turismo na Prefeitura Municipal de Bauru.

Foi numa importante reunião, no Teatro Municipal, que a exposição contaminou prefeitos da região e, a partir daí, todos passaram a focar o turismo como importante ítem de desenvolvimento, pelo aspecto receptivo. Presentes o então prefeito Nilson Costa, a prefeita de Lins Walderez à época, que abraçou a causa e partiu para a luta como parceira da proposta.

A primeira região a acatar o que estava tendo início como foco de atuação, foi a de Botucatu, onde temos hoje o Polo Questa, com dez cidades envolvidas e que está sendo considerado um modelo para o Estado, tal a organização, sinergia, condição de OSCIP, estrutura de organização e resultado. Estavam presentes à importante reunião o titular do post, então Delegado de Turismo, o então Secretário de Desenvolvimento do município, Roberto Rufino e a então prefeita de Lins, do PT, Walderez. A reunião deu-se com o prefeito Iello, que acatou de pronto a sugestão e uniu os prefeitos da região.

Logo a seguir do sucesso daquele circuito, foi criado o CODER em nossa cidade, e vimos na proposta a melhor oportunidade para criação da Câmara Temática do Turismo em nossa região e propusemos à sua diretoria (a partir do CIESP local), em fase de constituição da mesma, e na condição de representante do poder público estadual.

Fomos ouvidos e está aí o Cicuito “Caminhos do Centro Oeste Paulista” em fase final de implantação e pronto para partir para a fase de comercialização. Tivemos a felicidade (e ainda temos), de contar com o suporte técnico em forma de consultoria, do SEBRAE. Muitos agentes públicos estão sendo formados e todos eles irão continuar com o dessenvolvimento do turismo regional, a ponto de estarmos aptos a disputar o mercado, para breve. O CODER praticamente é hoje uma agência de desenvolvimento, pela parceria estabelecida com o Instituto Soma, com sede bem equipada para atendimento e desenvolvimento de atividades pertinentes.

Na condição de Delegdo Regional de Turismo, fomos até Jaú, à época, onde apresentamos o modelo de implantação do circuito regional de Bauru ao então prefeito João Sanzovo, que de pronto acatou nossa sugestão e liderou a criação do circuito regional, também em parceria com o CIESP e assessoria técnica do Sebrae. Lá está em desenvolvimento e formação de agentes públicos do circuito “Caminhos do Rio Tietê”, que promete muito.

No mesmo formato, estamos em fase de implantação do circuito regional de Lins (sub-sede da região administrativa), envolvendo oito cidades. Lins faz um belo trabalho no turismo local e parte, agora, sob nossa sugestão e mesmo assessoria e persistência, para a regionalização, chamando para a formação de um grupo de 10 cidades. O Sebrae irá iniciar seus trabalhos, a partir do nivelamento de informações.

Quando os três circuitos estiverem nivelados em termos de estrutura e informação, com cada qual com sua OSCIP (agência de desenvolvimento), para livrar-se da morosidade da máquina pública, por certo (e é essa nossa intenção), integrar os três circuitos e termos um modelo de oferta turítica compatível com o mercado nacional e em destaque com relação às demais regiões do Estado.

Hoje, quinta-feira, 12 de março, está acontecendo em São Paulo a apresentação de várias propostas de regionalização do turismo no Estado, em termos físicos. Por certo será acatada a proposta do grupo de Bauru, presente a uma reunião anterior, na qual apresentamos (fui o relator), a proposta de manutenção do formato oficial do Estado, pelos aspectos tradicionais, considerando que o formato fora criada com base em estudos e levando em conta o perfil de cada município, sua integração com os vizinhos, sinergia, etc.

Falamos, em nossa apresentação, perante toda a cúpula da secretaria e representantes do Ministério do Turismo, que precisamos acompanhar o formato adotado pelo competente governador Serra, que sinalizou com estruturas em sedes das regiões administrativas, no padrão do Poupatempo, para atendimento ao público alvo que procura a esfera regional da administração estadual. Provavelmente nossa pasta terá uma estrutura à altura e aí a comunicação para com prefeitos, autoridades, empresários, e demais representantes do “trade” será melhor reconhecida.

Mas o importante é que, com, sem, ou apesar da falta de estrutura (nenhuma), estamos avançando e ou avançamos até agora, e o turismo tem sido a secretaria de maior destaque e como atividade que mais tem sido comentada e defendida por prefeitos, vereadores e setores ligados. Confesso que a maioria discute o tema de forma errônea e este comentário tem a finalidade de esclarecer a todos, para que falemos a mesma linguagem. Aliás estou à disposição para explanações públicas e mesmo em caráter particular, para que tenhamos um único discurso.

Particularmente, já me sinto realizado por meu trabalho e, a partir de agora, nada mais será como antes em termos turísticos no interior do Estado.

Está criada a mentalidade de regionalização e interiorização e isso é irreversivo.

O presente “post” foi escrito motivado por críticas recebidas de quem nada sabe do assunto, embora não se identificando, no mais autêntico estilo: “a melhor defesa é o ataque”. Escreve com o codinome de “anônimo”.

Hoje estarei em Lins, com o secretário Israel e prefeito Casadei, viajando em condução própria e com despesas bancadas do próprio bolso.

Ontem estive com Maurício de Souza e ficamos acertados que estudos estão iniciados para a vinda do Parque da Mônica a Bauru, por um forte grupo empresarial, que me fez acompanhar por todo o dia. Não participo do encontro final em São Paulo pelo compromisso assumido anteriormente com o pessoal de Lins. Mas justifiquei a ausência a quem me compete e já me entendi com o líder do grupo que justificará minha ausência e me proporcionará um relatório completo do que está sendo discutido, enquanto escrevo este post.

Na próxima semana estarei em Santos, conversando com a assessoria do Pelé, para iniciar entendimentos para a criação do Museu Pelé em nossa cidade, como uma das etapas das comemorações do “rei”, de seus setenta anos. Mister difícil, mas estamos tentando, com crença de conseguirmos a importante conquista. Meu contato naquela cidade é a assessora Amélia, que tem sido uma parceira de Bauru e com quem tenho trocado informações sobre o assunto e até enviado fotos inéditas do “rei” de seus tempos de BAC, para servir de informação sobre a vida de Pelé, em início de carreira,vem nossa cidade.

Viajar é preciso, porém com foco, determinação e se possível sem onerar os cofres municipais.

Não se fala mais na Zona de Livre Comércio?

Postado no dia 9/março/2009 em Comportamento,Política por Renato Cardoso

Rodrigo Agostinho, quando ainda era vereador, disse que o Senador Mercadante, que aqui esteve, teria dito que o presidente Lula teria sancionado uma lei criando uma Zona de Livre Comércio para cada estado da federação.

Insinuou ele que Bauru tinha tudo para abrigar esta espécie de zona franca, porque reunião condições para tal, quais sejam:
1- a ZLC tem que se situar ao lado de um aeroporto de carga e com capacidade de pouso e decolagem de aeronaves com autonomia internacional;
2- que Bauru competia com Campinas (descartada porque lá teremos o principal aeroporto de passageiros e com link à capital e mesmo ao Rio de Janeiro, por trem bala) e com Ribeirão Preto, cuja área fora descartada, porque agredia o meio ambiente, tal a riqueza ecológica ao lado do aeroporto de lá.

Restava, conformo disse o atual prefeito, a nossa Bauru e com o aeroporto ainda mais às moscas do que a serviço de passageiros e ou cargas.

Levemos em conta que, em sua volta, temos apenas fazendas com pastagens. Nada de agressão ao meio ambiente e levemos em conta a posição estratégica de Bauru e o próprio aeroporto, sob o ponto de vista logístico.

Como postei algo sobre a expansão de nossa cidade e obtivemos muitos comentários, gostaria de fazermos deste tema uma discussão, levando em conta a condição do aeroporto, com a informação nova que nos chega que a pista do mesmo não suporta impacto de 17 toneladas, condição exigida pela aviação internacional para o mister de transporte de cargas.

Com a palavra os autores dessa façanha

De onde chegam tantos investidores a Bauru?

Postado no dia 5/março/2009 em Economia por Renato Cardoso
Bauru num crescendo só

Bauru num crescendo só

Não tirem conclusões precipitadas, pois estou falando de investimentos da iniciativa privada, que não param de chegar a Bauru.

Poucos sabem, mas há uma condição na região, atingindo um raio de Bauru como centro, de duzentos quilômetros, com investidores que naturalmente optam por nossa cidade para aplicar suas ricas economias. Agora sim Bauru é a “cidade sem limites”.

Lembram-se quando as aplicações eram dirigidas para São Paulo? Pois é, é chegada a hora e vez de Bauru, daí tanta expansão, até sem critérios quanto à verdadeira demanda.

Mas pensemos: se temos investidores em Bauru de cidades de toda a região, por certo temos consumidores das mesmas cidades, que ajudam a movimentar nossa economia e fazer crescer o nosso P.I.B.

Poucos sabem, mas Bauru será palco da construção de um mega investimento, por parte da empresa que mais aplica em construção de shoppings e agregados no País.

Será num local privilegiado da zona sul e não posso passar mais informações pelas cláusulas de confidencialidade que faz parte do contrato, que me foi apenas informado por um dos sócios do grupo parceiro de Bauru.

Mas há espaços para investimentos de todos os portes. Vejamos:

  1. Zona Norte: o prolongamento da Avenida Nações Unidas até a rodovia Bauru/Marília irá desenvolver nossa zona norte, a partir das áreas às margens de nossa próxima “Nações Norte”. Lá temos vários locais da mais pura beleza, já atestadas pelo saudoso Jurandyr Bueno Filho, que infelizmente não verá junto a nós a obra de seus sonhos. Mas com certeza acompanhará tudo lá de cima;
  2. Zona Sul: a expansão é muito rápida e novos empreendedores não param de chegar. O empreendimento acima citado irá valorizar ainda mais os imóveis da zona sul, especialmente os situados nos condomínios fechados;
  3. Zona Leste: há um investidor querendo construir um grande condomínio na região próxima à UNESP, mas há reações de ambientalistas e dos nem tanto, porque há uma consciência generalizada, quanto aspectos ecológicos. Pensemos naquela região como palco de equipamentos turísticos voltados ao público infantil, aproveitando o alto prestígio do Zoológico e Jardim Botânico. Que tal um “Parque da Mônica”?;
  4. Zona Oeste: vai de vento em popa e construções ocupam vazios entre a ferrovia e Hípica, construções essas das chamadas classes CDE, por meio da Caixa Econômica Federal e outros repassadores de dinheiro do sistema financeiro, com base em aplicações em caderneta de poupança.

Mas não se sintam plenamente informados, porque tem muito dinheiro chegando, por um caminho pouco sabido e desconfiado, e para a administração municipal realizar todas as obras reivindicadas pela população.

Bauru será outra daqui a cinco anos. Cobrem-me.

Jardim Botânico: um dos nossos atrativos turísticos

Postado no dia 2/março/2009 em Política por Renato Cardoso

“]Vejacomo é bela nossa cidade vista de cima. Queremos Bauru assim, bela, também vista de perto.

O Jardim Botânico foi palco das comemorações dos 15 anos do “Dia do Turismo Ecológico” neste domingo. O evento ocorreu no espaço denominado Recanto das Samambaias (foto).

Na programação, uma caminhada com música e a comemoração bem apropriada ao equipamento, com participação do Prefeito Rodrigo Agostinho e outras autoridades.

Aliás, equipamento apenas não, mas um dos mais importantes de Bauru, e ao qual devemos olhar com muita responsabilidade, tanto pelos aspectos ecológicos, quanto pela visão turística.

É naquela região, onde também se situa o Zoológico Municipal, que está a melhor oportunidade para investimentos (mesmo da iniciativa privada), para transformar nossa Bauru numa cidade voltada ao turismo infantil.

Se já temos um dos três melhores zoológicos do Estado de São Paulo, mais a rica mata virgem ao seu redor, que tal um equipamento, tal como um Parque da Mônica, para atrair mais turistas a Bauru?

Fica a sugestão aos nossos vereadores e mesmo ao Prefeito Rodrigo Agostinho, considerando que a Mônica fora criada por Maurício de Souza em Bauru, quando seu criador trabalhava no saudoso Diário de Bauru.

Como os Srs. Vereadores e o Prefeito estão numa incansável labuta para levantar o potencial de nossa cidade, que pensemos no turismo como fonte de desenvolvimento econômico e marquemos aquela região próxima ao “zoo”, como palco de equipamentos voltados ao segmento sugerido.

E que todos os vereadores olhem com muito carinho para o nosso Zoológico Municipal e Jardim Botânico e pensem também com muito carinho no turismo como fonte de riqueza, impostos e empregos.

A região irá agradecer pela especial atenção.

Estou perdido com tantos shows

Postado no dia 27/fevereiro/2009 em Cultura por Renato Cardoso

Pensaram em mais esta oportunidade para vermos um dos maiores nomes de nossa música, e no Alameda Quality Center? Pois é, Rita Lee se apresenta na estrutura montada inicialmente para Julio Iglesias, que vem com tudo no dia 12 e, no dia seguinte, ela, a incrível Rita Lee.

Com Rita, o calendário de nomes famosos em Bauru, para o próximo mês, ficará com Julio Iglesias, Rita Lee, Ivete Sangallo, Maria Rita e J.J.Jackson.

Os bauruenses e todos da região que curtem boas músicas estão no embalo e a crise, com tantos bons espetáculos, parece não ter batido por aqui. Bauru está tudo de bom.

E sei que o próprio Alameda tem mais dois nomes internacionais a um passo de se apresentarem em Bauru. Incrível como o mundo ficou pequeno e como Londres está a um passo daqui.

Mas, além dos renomados acima elencados, temos shows diariamente nas casas noturnas, com artistas prata da casa e da região.

Aliás, o Bauru Blog irá cumprir com seu papel de fazer o link entre artistas regionais e proprietários de casas noturnas e as próprias secretarias de cultura, para a troca de apresentações de nossos talentos.

Com isso, vamos fazendo “up load” cultural e alimentando nossa base emocional.

Haja limite de cartão de crédito, considerando que os shows do Alameda podem ter os ingressos adquiridos em até 10 vezes pelo Visa e America Express Card.

Nos veremos lá.

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