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A madrugada de Bauru tem cara de cidade (muito) grande

Postado no dia 10/janeiro/2010 em Comportamento, Gastronomia por Reginaldo Tech

Em foto de Vilma Borges, o empresário da noite bauruense, João Cabreira e sua esposa Rose.

Se é mesmo verdade que à noite todos os gatos são pardos, também é verdade que tudo na noite bauruense parece mais imponente. Mas não estou falando da noite após as 20 horas (no horário de verão); falo mesmo é da noite madrugada a dentro. Porque, em Bauru, sair à noite é sair a qualquer hora. E isso começa na quinta-feira, o início do final de semana.

As ruas ficam movimentadas e as pessoas saem à procura das baladas. Os bares, repletos de gente jogando conversa fora, ganham pela semana. E as coisas mais inusitadas vão acontecendo, inclusive com “batidas” policiais, sirenes ligadas e os pronto-atendimentos dos hospitais funcionando a todo vapor.

Andar pela madrugada bauruense é, por exemplo, ouvir um rock and roll legítimo no Armazén, acompanhado de uma boa conversa com o Paulão… ou comer o legítimo Bauru no Skinão, também acompanhado de conversa boa do Marquinho. Pela madrugada é possível ver pessoas em turmas andando pelas ruas, talvez voltando de alguma balada fora do seu bairro. E é também na madrugada que as pessoas se cruzam, percebendo onde está bom e onde não está.

É na madrugada bauruense que podemos comer esfiha no Habib’s, tomar o café do Fran’s ou passar pelo Evoé, Pepper, Salomé, Canta Galo, Tradicional… e por aí vai. Sem falar nas baladas mais fortes, digamos assim… no Alecrim, Jeribá, Deck, Santa Madalena… e assim vai… a madrugada feliz do bauruense. Eis aqui só a parte feliz! Mas… se você vai sair na madruga de Bauru e for dirigir: NÃO BEBA!

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Pelos supermercados da cidade: Paulistão precisa da visita da vigilância sanitária

Postado no dia 8/janeiro/2010 em Comportamento, Economia, Gastronomia, saúde por Reginaldo Tech

Eu sou um “supermercadista”. Calma, Jad Zogheib, nada de concorrência. É que sou frequentador assíduo de supermercados. E não é só em Bauru. Na praia, por exemplo, eu sou o primeiro a levantar a mão quando alguém precisa fazer compras. Gosto muito mesmo. Sou observador de preços, qualidade, higiene e outras situações dos supermercados por todos os cantos onde vou. E em toda cidade eu visito um supermercado.

Mas… voltando a Bauru, quero falar um pouco sobre uma situação que vem me incomodando muito: o Supermercado Paulistão. Nem sei mais quem são os donos, de tanto que os empresários compram e vendem suas redes. Isso também não importa muito. Hoje fui ao Supermercado Paulistão da Bela Vista, pois tive um compromisso bem próximo dali. Esse mercado fica na Praça dos Expedicionários, que fica em frente a TV Tem.

Vou ser curto e grosso: geladeiras pingando água, que escorria pelo chão, garrafas de refrigerantes caídas no chão, pãp de forma com data de validade 8 de janeiro de 2010 (hoje é dia 8 de janeiro de 2010), cheiro ruim próximo ao açougue… sem falar nos pouquíssimos caixas funcionando e nos problemas com máquinas de check-out (caixas): leitora de código de barras e máquina de cartão de débito/crédito que não funcionavam.

Acho o Paulistão um mercado barato, com vários bons produtos alternativos, mas muito sujo e pouco higiênico, com produtos empoeirados nas prateleiras. Será que não valeria à pena a vigilância sanitária fazer uma visita às lojas do Paulistão da Getúlio, Nações e Bela Vista? É só por hoje!

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Na Esquina do Café!

Postado no dia 30/dezembro/2009 em Gastronomia por Reginaldo Tech

Acordei bem disposto hoje, após bom encontro ontem à noite para festejar o portal 2009/2010.  Após as cerimônias iniciais da manhã, como aquele copo com água, meio limão espremido e uma pitada de sal, um pouco de meditação, banho, perfume e tal… rumei para o centro da cidade. Bauru ainda tem muitos buracos e quando chove, coisa natural no verão, percebemos ainda mais isto.

Subindo pela Rua Cussy Junior, cheguei à esquina da Rua Virgílio Malta… e encontrei a Esquina do Café, um lugar charmoso e aconchegante. Um novo café no centro da cidade, com o requinte de boas comidas, como doces, salgados e açaí; e de boas bebidas, como sucos, chás, cafés e capuccinos. Até aí tudo certo, pois praticamente todos os cafés tem isso aí. Mas o olhar para o lado de fora, ali naquela esquina é algo diferente.

Todo de vidro, o prédio nos dá a visão total de uma das esquinas movimentadas do centro, ocupando nossa visão de idas e vindas de pessoas e carros. Bauru cresceu bastante… e o tempo de se tomar um dos combos que a Esquina do Café oferece (pão com manteiga + café com leite) é ideal para perceber que a nossa cidade já não é mais aquela cidadezinha do interior.

Fiquei de olho na televisão bem postada no café, mas não perdi as sensações de olhar para a minha cidade. Folheei algumas revistas e puxei o jornal Bom Dia para ler as notícias de ontem, que eu já sabia. Imaginei como deve ser bom ter um café, mas desisti no exato momento em que percebi o trabalho que deve dar atender, comprar, fazer e tudo o mais.

Paguei meu café e saí, olhando mais uma vez para os detalhes daquele lugar e para a agitação daquela esquina. Perdi a conta de quantas vezes passei por ali, quantas pessoas me acompanharam quando cruzei aquela esquina e quantos olhares dei àquele cruzamento. Cresci e minha cidade também cresceu! Olhei o celular, que me mostrava o relógio: 9 e meia da manhã. Não resisti e corri para escrever este post. Vai um café aí? Feliz ano novo e bons cafés!!!

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Mal atendimento de buffets em Bauru

Postado no dia 14/dezembro/2009 em Gastronomia, Lazer, Sociedade por Gustavo Ferreira

Há um certo tempo atrás, à frente da organização de um importante evento de lançamento de uma Associação em Bauru, precisei cotar os serviços dos buffets da cidade para o coquetel.

Com um bom tempo de antecedência, prevendo que poderia haver demora nas respostas e prevendo o tempo de apresentação dos orçamentos para a diretoria da Associação até que então se escolhesse a melhor relação custo/benefício destes serviços, entrei em contato com 15 buffets da cidade de Bauru.

Rapidamente 3 deles me responderam por e-mail após conversarmos por telefone, com seus orçamentos.

O orçamento dos outros 12 buffets, espero até hoje… sentado.

Estamos muito mal servidos no quesito quantidade de buffets com bons serviços em Bauru.

Acabamos ficando reféns de preços exorbitantes de buffets que só fazem eventos gigantes e não realizam eventos menores ou que para os realizar cobram um preço muito mais alto do que o que o cliente quer ou pode pagar…

Se você tem ou conhece buffet em Bauru, perceba que esse segmento está muito mal representado… é a sua chance ou a chance do buffet do seu conhecido mostrar que pode prestar bons serviços às empresas e à população bauruense.

Fica aqui então meu desabafo…

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O pão nosso de cada tamanho, qual é hoje?

Postado no dia 5/setembro/2009 em Gastronomia, Generalidades, Mídia por Luiz Bigarelli Jr

Até a um tempo atrás o pão francês era vendido por unidade que obrigatoriamente deveria pesar 50g. Ainda lembro que a última vez que comprei pão francês na padaria paguei R$ 0,20 a unidade. Tinha certeza que levava para casa 10 pães de 50g. Sabíamos quanto realmente custava a unidade, assim a noção de valor era real.

Hoje, tendo as padarias que vender o pão francês por quilo, encontra-se de tudo, micropães, pães enormes, um descontrole total do que se oferece ao consumidor, sem falar no preço do quilo do pão que varia muito, o que nos faz perder a noção do valor daquilo que se compra. Outro dia fazendo as contas do quanto paguei por 10 pães me levou a um resultado de R$ 0,67 a unidade e o maior absurdo disso tudo foi ver que nem eram pães tão grandes.

A falta de padrão é tão perniciosa que causa pequenos prejuízos e nem nos damos conta quando estamos, por exemplo, no supermercado e acabamos por colocar os pães junto a outras coisas compradas. Pior ainda é pra quem faz dietas seja de controle de peso ou até mesmo de restrição alimentar em decorrência de um problema de saúde como o diabetes. Teoricamente um pão francês de 50g tem algo próximo a 130 calorias, hoje, pode variar sabe lá quanto, e o pobre do diabético deve ter uma balança e uma calculadora em casa para descobrir quantas calorias está ingerindo.

051
Assim, é necessário reavaliar até que ponto esta mudança foi honesta ao consumidor, honesta no ponto de vista financeiro e de sua saúde. É importante para o consumidor adquirir alguma coisa com um pouco de padrão. Essa foto é de 2 pães comprados em padarias de diferentes supermercados e logicamente em dias diferentes. Como a idéia de escrever este post veio apenas quando coloquei um ao lado do outro é claro que o menor, do dia anterior já estava endurecido o que o diminui ainda mais, porém nada que o deixe como, ou próximo ao pão novo.

Padrão não faz mal a ninguém e a nenhum bolso, muito menos à saúde.

A diferença é grande, agora com a palavra quem é responsável por isso…

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