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Rua Paraná, Bauru.

Postado no dia 30/janeiro/2010 em Economia,Generalidades,Política,saúde,Sociedade por Cleverson Moreira

Esta é a Rua Paraná, Bauru.

Um caminho alternativo que nos leva para a Av. Rodrigues Alves e depois para o centro.

Ela está pedindo socorro e quem passa por ela também!

A pergunta é: será que a Rua Paraná está no orçamento e dentro das 513 quadras que serão asfaltadas ou na previsão de asfalto para 2010, pois moradores enfrentam burocracia para acesso ao asfalto.

Curiosidade: O asfalto é um betume espesso, de material aglutinante escuro e reluzente, de estrutura sólida, constituído de misturas complexas de hidrocarbonetos não voláteis de elevada massa molecular, além de substância minerais, resíduo da destilação a vácuo do petróleo bruto. Não é um material volátil, é  solúvel em bissulfeto de carbono, amolece a temperaturas entre 150°C e 200°C, com propriedades isolantes e adesivas. Também denomina a superfície revestida por este betume. É muito usado na pavimentação de ruas, estradas e aeroportos. Fonte: WiKipédia.


Pelos supermercados da cidade: Paulistão precisa da visita da vigilância sanitária

Postado no dia 8/janeiro/2010 em Comportamento,Economia,Gastronomia,saúde por Reginaldo Tech

Eu sou um “supermercadista”. Calma, Jad Zogheib, nada de concorrência. É que sou frequentador assíduo de supermercados. E não é só em Bauru. Na praia, por exemplo, eu sou o primeiro a levantar a mão quando alguém precisa fazer compras. Gosto muito mesmo. Sou observador de preços, qualidade, higiene e outras situações dos supermercados por todos os cantos onde vou. E em toda cidade eu visito um supermercado.

Mas… voltando a Bauru, quero falar um pouco sobre uma situação que vem me incomodando muito: o Supermercado Paulistão. Nem sei mais quem são os donos, de tanto que os empresários compram e vendem suas redes. Isso também não importa muito. Hoje fui ao Supermercado Paulistão da Bela Vista, pois tive um compromisso bem próximo dali. Esse mercado fica na Praça dos Expedicionários, que fica em frente a TV Tem.

Vou ser curto e grosso: geladeiras pingando água, que escorria pelo chão, garrafas de refrigerantes caídas no chão, pãp de forma com data de validade 8 de janeiro de 2010 (hoje é dia 8 de janeiro de 2010), cheiro ruim próximo ao açougue… sem falar nos pouquíssimos caixas funcionando e nos problemas com máquinas de check-out (caixas): leitora de código de barras e máquina de cartão de débito/crédito que não funcionavam.

Acho o Paulistão um mercado barato, com vários bons produtos alternativos, mas muito sujo e pouco higiênico, com produtos empoeirados nas prateleiras. Será que não valeria à pena a vigilância sanitária fazer uma visita às lojas do Paulistão da Getúlio, Nações e Bela Vista? É só por hoje!

Chove lá fora e aqui, faz tanto………..buraco??

Postado no dia 4/dezembro/2009 em Comportamento,Comunicados,Cultura,Economia,Fotografia,Generalidades,Política,saúde,Sociedade por Kláudio Cóffani

Então, Lobão cantava essa canção nos anos 80/90. Na época ele dizia: faz tanto frio! Mas em tempos de aquecimento global e mudanças climáticas, podemos dizer que aqui em Bauru, não faz “tanto frio”, aqui faz “tanto buraco”.

Bauru deve possuir o solo mais fértil do mundo, pois aqui chove e brotam ávores,

brotam galhos, brotam folhas !!!

Veja a foto:

Com chuva, árvores brotam no solo de Bauru

Com chuva, árvores brotam no solo de Bauru

Isto acontece na cidade toda!!!

E acontece devido ao solo arenítico, escondido sob a capa asfáltica, sendo levado pelas águas que se infiltram nas chuvas, provocando enxurradas subterrâneas, que levam a terra, geram desmononamentos, criam buracos.

PARA  ALERTAR os demais motoristas e protegê-los de acidentes (como cair de carro ou de moto no buraco) alguns  cidadãos decentes plantam “árvores de advertência” pelas ruas.

Bauru vai virar uma “floresta urbanizada”, ou “um buraco urbanizado”.

Todos devem colaborar e PLANTAR árvores em buracos.

Muita chuva ainda vai vir nos próximos meses e poderemos evitar muita desgraça com essa simples medida PALEATIVA, mas necessária até a prefeitura enviar suas equipes de serviço.

Chove lá fora e aqui…………….. tem muito dengue !!!

Inclusive passem pelo Vitória Régia e vejam a campanha contra a Dengue,

conheçam o AEDES EGIPTY.

Campanha contra a Dengue

Campanha contra a Dengue no Vitória Régia

Chove lá fora e aqui………..depois escrevo mais.

Hospital de Base: O caos no Segundo Fundos Par

Postado no dia 16/novembro/2009 em Política,saúde,Sociedade por Kláudio Cóffani

Compartilhando desta necessária discussão em relação ao Hospital de Base/Associação Hospitalar, ouvi depoimentos de profissionais da saúde sobre a situação dos pacientes SUS (e sem “padrinhos”) mantidos na ala identificada popularmente como “Segundo Fundos”.

É estarrecedor saber que lá…

  • Misturavam, em leitos vizinhos,  portadores de HIV e doentes com  tuberculose; pessoas esfaqueadas, com pacientes que tiveram derrames;
  • Os remédios só eram disponibilizados aos pacientes UMA ÚNICA HORA do dia (15h) e se o paciente estivesse sofrendo, gemente, com prescrição de medicação desde as 8h da manhã, SOMENTE  as 15horas ele receberia medicação (ficando sofrendo, gemente por 7 horas!!! ou mais); se por azar a medicação das 15 horas caísse no chão, derramada, o Paciente não tinha reposição e continuava sofrendo por muito mais horas;
  • Quando pediam para chamar um médico, ouviam a frase: “médico nunca vem aqui, pode esquecer!”. O fato é que os pacientes não se esqueciam do Médico -  o único profissional que poderia lhe tirar a dor (e até promover sua recuperação e cura) – mas informam que normalmente eles não eram vistos circulando nessa área.
  • Os pacientes também ficavam  sem comida; sem chá, suco, sem frutas e outros alimentos – NECESSÁRIOS a recuperação do organismo – por prolongados horários ou até dias. E pacientes recebiam “a mesma comida”, mesmo quando necessitavam de dietas diferenciadas, para cada caso e tratamento.
  • Havia (ou ainda há) uma maca/cama, localizada junto à parede, cujos pés estavam quebrados e que ficava equilibrada sobre paus e tijolos. E  -  às vezes – quando precisavam movimentar um paciente – em elevada necessidade e urgência – esqueciam disso, afastavam essa cama da parede e ela despencava !! Caía!! “Desmoronava”, com o paciente. Óbvio que permaneceu assim por meses, com gente doente caindo, pois a Administração não providenciava a manutenção.
  • Os funcionários do setor – como a maioria que está trabalhando na Prefeitura -  acumula dupla ou tripla jornada de trabalho. Eles  ganham tão mal que precisam trabalhar nos postos de saúde e outros hospitais, para tentarem garantir vida digna, em casa. Porém, por conta disso, trabalham 24 horas, 36 horas, SEGUIDAS. Eles são massacrados pela rotina de trabalho deles. Apesar de a legislação proibir plantões seguidos na rede municipal de saúde, essas jornadas acumuladas passam “despercebidas”, pois o sistema de controle “não identifica” quem trabalha nessas condições, em diferentes locais da administração municipal. Por um lado isso garante remuneração para esses profissionais conseguirem um mínimo de dignidade, mas por outro lado, tais profissionais  – humanos – não conseguem produzir sem parar por 24 ou 36 horas. E no “segundo fundos par”, onde os médicos não costumam ir, eles até podiam descansar um pouco, mesmo que os pacientes ficassem um pouco abandonados.
  • Todo o “segundo fundos par” é um setor doente!
  • (nos anos 90 era conhecido internamente como “Vietnã”)

No “segundos fundos par” o caos era/é o padrão. O abandono dos seres humanos era/é o padrão.

De fato – agora se sabe – que a Administração tinha outras prioridades!! 16 milhões!!

Pagar empréstimo pessoal de 4 milhões!??!

Quem “emprestou” 4 milhões do próprio bolso para o Hospital??

Quem quer manter a ordem, quem quer criar desordem !!