Coisa de bauruense, mas sou tiete no úrtimo
Então, fico doido para conhecer o artista que vem a Bauru e dele arrancar umas palavras, dizer que sei algo em especial de sua vida para mostrar certa intimidade e, se possível, até tirar umas fotos.
Foi assim com Wanderléa, com quem cheguei a ficar íntimo (só na minha cabeça) e hoje vou tentar a sorte com Marina Lima (daqui a pouco, daí eu estar correndo).
Ela irá cantar à noite, mas tem coletiva às quatro da tarde desta terça-feira e estarei lá, na fila do gargarejo. Com o tempo aprendi a ir a uma reunião preparado e já pesquisei tudo a respeito da cantora, no Google.
Claro que serei discreto e nada perguntarei sobre o “affair” dela com Gal Costa, quando ela era apenas uma garota aos 17 aninhos e começando a conhecer a vida. Até então residiu nos Estados Unidos e por lá essa coisa de homosexualismo deve ter chegado antes. Hoje tudo nivelado e as estranhezas são as mesmas, ou o faz de conta de que tudo é normal (mas isso não importa).
O que conta mesmo, é que estarei com Marina Lima, vou falar de seu pai, que era nordestino, foi poeta e filósofoco, cuja veia foi herdada pelo irmão, com quem não teve uma infância muito amigável, mas que depois se tornou seu grande parceiro e até ajudou em algumas composições.
É isso, vou procurar ouvir mais do que falar e ver o que os jovens jornalistas têm a perguntar. Sei que ela se apresentará com trio, hoje à noite e está preparando um livro.
Se der chance vou estender a conversa com tudo que vi no Google, inclusive em seu site, que é o máximo. Internet tem essas coisas de bom.
No mais, nota 10 ao Alameda Quality Center, que sempre oferece shows desse nível aos bauruenses (e os amigos da região).
Vou correndo e a bordo de meu notebook (só pra diferenciar no interior ainda não na fase 2.0)
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