Eu esperava mais do Saint Paul Residence
Na última sexta-feira, dia 28/11, eu fiquei no Saint Paul Residence, um misto de hotel e flat service que temos em Bauru. Eu já tinha ouvido falar muito do Saint Paul, passo em frente dele quase toda semana quando vou tomar um café no 21 Center. Mas esperava mais.
Um morador de Bauru normalmente não sabe indicar ou dizer se um hotel é bom ou ruim, porque você nunca se utiliza deles. Mas, como “estou” morador de uma cidade quase-satélite nos últimos meses (não vejo a hora de voltar para Bauru!), tive a necessidade de ficar em um hotel, junto com minha mulher, pois cada um era facilitador de um curso no dia seguinte na cidade.
Fiz uma pesquisa rápida, e entre 3 hotéis/flat, escolhi o Saint Paul Residence, pois era o mais próximo dos locais dos cursos e eu tinha curiosidade de conhecê-lo.
Apenas como referência, entre os 3 pesquisados estavam o Arco Hotel, Ômega Flat e Saint Paul Residence. Todos eles com tarifa diária aproximada de R$ 117,00 para o final de semana para quarto de casal e com café da manhã.
Mas eu esperava mais do Saint Paul Residence. Sendo um flat você tem o benefício de ter uma pequena sala, uma pequena cozinha (na verdade apenas um balcão e do outro lado o frigobar) e o quarto separado (claro, e um banheiro). Até aí tudo bem. Mas os detalhes é que começaram a decepcionar.
Uma imagem diz mais que mil palavras, não é isso? Então, olhe abaixo.
Como para acessar a internet tenho que usar um cabo, veja por onde ele passa. Pelo meio da sala, exatamente na entrada do flat! Pode isso?
Como disse, esperava mais. Acho que um flat service que se diz “um apart hotel de primeiro mundo no local mais nobre da cidade” (tá no site deles) podia resolver probleminhas tão simples como esse.
O que você acha?
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em 5/dezembro/2008 às 13:32
É isso aí meu amigo, olha a criso mundial que tanto falo…
Abração!
em 5/dezembro/2008 às 15:29
Paulo, amo o interior e passei toda a minha vida nele. Só há poucos anos vivo em São Paulo, mas aprendi uma coisa. No interior parece que alguns empresários ainda vivem no “amadorismo”. Em São Paulo parece que há mais treinamento e atenção a esses pequenos detalhes. Por exemplo, logo na inauguração daquele restaurante português, na Alameda Octávio Pinheiro Brizola, pedi um vinho tinto e me trouxeram uma taça de champanhe. Ou seja, um restaurante com pratos que custam valores considerados da capital, mas que não há atenção aos detalhes. O cliente quer muito mais que a prestação do serviço. A fidelidade do cliente está nas entrelinhas. Quando vai a um restaurante, quer muito mais que uma boa comida. Parece que isso ainda não está correndo nas veias dos empresários do interior! É claro que não podemos generalizar… afinal há lugares fantásticos em Bauru, onde somos muitíssimo bem-recebidos e atendidos. Justiça seja feita!