Infarto no trânsito da rua 13 de maio
Há menos de 10 minutos atrás, assisti a uma cena preocupante e nervosa. Um senhor, de uns 60 e poucos anos, dirigindo no trânsito da quadra 8 da rua 13 de Maio, parou no semáforo da rua Bandeirantes… e não acelerou mais. O que pareceu a todos é que o homem tinha sofrido um infarto (ou algo semelhante). Todos foram olhar ou ajudar. O resgate foi rapidamente chamado… e foi o tempo do deslocamento para que os homens dos bombeiros corressem a salvar aquele homem.
As pessoas ficaram sem ação, já que a única iniciativa foi chamar o resgate. Percebi que nós não estamos preparados para ajudar de alguma forma mais efetiva uma pessoa que sofre um problema assim. Massagem no coração ou alguma iniciativa assim não aconteceu. Todos, ali, aguardando o resgate, sem saber o que fazer. Percebi que informações sobre primeiros socorros são importantíssimas.
A sirene anunciou a chegada dos bombeiros. Rapidamente os homens foram executando suas tarefas. A massagem do peito do homem foi suficiente para que o soldado gritasse: “cabo, ele voltou a respirar… ele está respirando”. Retirado do carro e colocado na maca, em segundos o homem já estava dentro do carro de resgate.
A sirene tocou novamente… todos ali, obeservando, ficaram felizes… a vida estava salva. Mas fica aqui o lado preocupante: apesar de todos ali, de alguma forma tentarem ajudar, não estamos mesmo preparados para tomar alguma iniciativa de primeiros socorros.
Não sei os nomes das pessoas envolvidas nessa história real, mas todos fizeram bem a sua parte. E no caso do pessoal do resgate, percebi que eles são mestres em humanização na saúde.
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