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	<title>Comentários sobre: Não se fala mais na Zona de Livre Comércio?</title>
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	<description>reflexões sobre a cidade sem limites</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Aug 2011 19:40:12 +0000</lastBuildDate>
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		<item>
		<title>Por: Renato Senis Cardoso</title>
		<link>http://www.baurublog.com.br/nao-se-fala-mais-na-zona-de-livre-comercio/comment-page-1/#comment-343</link>
		<dc:creator>Renato Senis Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 12:52:32 +0000</pubDate>
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		<description>Corretas suas colocações, como sempre.
A ZLC, prometida pelo PT e anunciada em sessão da Câmara no ano passado pelo atual prefeito, iria cumprir exatamente esse papel, ficando o EADI como entidade fiscalizadora e de liberação dos produtos aqui produzidos, com benefícios fiscais e facilidades alfandegárias.

Mas, passadas as eleições, nem Lula, nem Mercadante,nem Agostinho toco umais no assunto.

Política é assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Corretas suas colocações, como sempre.<br />
A ZLC, prometida pelo PT e anunciada em sessão da Câmara no ano passado pelo atual prefeito, iria cumprir exatamente esse papel, ficando o EADI como entidade fiscalizadora e de liberação dos produtos aqui produzidos, com benefícios fiscais e facilidades alfandegárias.</p>
<p>Mas, passadas as eleições, nem Lula, nem Mercadante,nem Agostinho toco umais no assunto.</p>
<p>Política é assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eraldo Marques</title>
		<link>http://www.baurublog.com.br/nao-se-fala-mais-na-zona-de-livre-comercio/comment-page-1/#comment-341</link>
		<dc:creator>Eraldo Marques</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:52:27 +0000</pubDate>
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		<description>Mais uma vez me desculpo pelos erros de digitação [argh, tenho que trocar de teclado!], embora creia que o sentido do texto não esteja prejudicado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez me desculpo pelos erros de digitação [argh, tenho que trocar de teclado!], embora creia que o sentido do texto não esteja prejudicado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Eraldo Marques</title>
		<link>http://www.baurublog.com.br/nao-se-fala-mais-na-zona-de-livre-comercio/comment-page-1/#comment-340</link>
		<dc:creator>Eraldo Marques</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:44:14 +0000</pubDate>
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		<description>Renato.

Lembro que há o EADI em Bauru, uma área alfandegada autorizada a praticar várias modalidades de regimes aduaneiros.

No tempo em que tive uma atuação política mais intensa, por volta do ano 2000, fiquei fascinado com a possibilidade de se praticar em Bauru a produção de bens de tecnologia para exportação, em regime de &quot;draw back&quot; [importação de componentes com tarifa zero para a produção de bens para o mercado externo], com integração com o aeroporto regional, que teria ênfase em logísica e não movimentação de passageiros. Funcionaria assim:

1) Componentes importados chegariam a Bauru por via aérea, a bordo dos famosos Galaxies e Antonovs de carga.
2) Os componentes seriam transportados [pela Bauru-Iacanga duplicada em conexão com a Rondon e Bauru-Marília, até a área alfandegada, e montados.
3) Os produtos acabados fariam o percurso de retorno ao aeroporto e enviados aos mercados mundiais. Esse sistema seria ideal para a produção de produtos de tecnologia de alto valor agregado, como computadores, e bens de capital de alta tecnologia [robôs, sistemas de automação, etc].

Para isso seria utilizada a base intectual disponível em nossas universidades técnicas e no sistema de treinamento industrial disponível na cidade [SESC, SENAC, SENAI]. Assim, ganharia a cidade ganharia em diversos setores, a saber:

a) Aumento da arrecadação pela produção de produtos de alto valor agregado, vendidos em moedas fortes;
b) Aumento da base logística, uma vez que transportadoras teriam interesse de se fixar na cidade [com reflexo indireto na arrecadação, uma vez que o recolhimento de IPVA também gera repasses, e temabém no emprego];
c) Formação de uma base de mão-de-obra altamente especializada, no setor terciário, com aumento dos salários e consequente atração de investimentos em outras áreas do comércio e industria;
d) Estabelecimento de uma sinergia entre os setor produtivo e os setores edfucacionais da cidade;
e) Aumento do prestígio da região, que poderia se firmar como pólo tecnológico e logístico [ex: São José dos Campos, Seattle, Bangalore e outras cidade do mundo];

Ao perdermos a eleição de 2000, o que tivemos foi o movimento contrário, uma década perdida, com:

a) reafirmação de nossa vocação para o comércio varejista [importante, mas que não faz diferença no grander esquema do mundo]; 
b) tentativa de montar um modelo de produção agrícola [para a qual Bauru definitivamente não tem vocação] com a produção de produtos in-natura de baixo valor agregado [o que, também, não deu certo, com exceção da pecuária]; 
c) investimento zero em infra-estrutura logística.

Houve, inclusive, por parte do Ex-Prefeito Nilson Costa, a negativa em patrocinar e fomentar um plano da Renault de produzir pequenos tratores no âmbito da área alfandegada [de aprox 100 alqueires], sob a alegação de que &quot;essa não é a vocação de Bauru&quot;. Esse fato me foi relatado por pessoa graduada do EADI.

Esse é o problema de Bauru: A falta de visão, incompetência e imposição de agendas pessoais obscuras por parte dos políticos à população e ao sistema produtivo da Cidade.

Lamentável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato.</p>
<p>Lembro que há o EADI em Bauru, uma área alfandegada autorizada a praticar várias modalidades de regimes aduaneiros.</p>
<p>No tempo em que tive uma atuação política mais intensa, por volta do ano 2000, fiquei fascinado com a possibilidade de se praticar em Bauru a produção de bens de tecnologia para exportação, em regime de &#8220;draw back&#8221; [importação de componentes com tarifa zero para a produção de bens para o mercado externo], com integração com o aeroporto regional, que teria ênfase em logísica e não movimentação de passageiros. Funcionaria assim:</p>
<p>1) Componentes importados chegariam a Bauru por via aérea, a bordo dos famosos Galaxies e Antonovs de carga.<br />
2) Os componentes seriam transportados [pela Bauru-Iacanga duplicada em conexão com a Rondon e Bauru-Marília, até a área alfandegada, e montados.<br />
3) Os produtos acabados fariam o percurso de retorno ao aeroporto e enviados aos mercados mundiais. Esse sistema seria ideal para a produção de produtos de tecnologia de alto valor agregado, como computadores, e bens de capital de alta tecnologia [robôs, sistemas de automação, etc].</p>
<p>Para isso seria utilizada a base intectual disponível em nossas universidades técnicas e no sistema de treinamento industrial disponível na cidade [SESC, SENAC, SENAI]. Assim, ganharia a cidade ganharia em diversos setores, a saber:</p>
<p>a) Aumento da arrecadação pela produção de produtos de alto valor agregado, vendidos em moedas fortes;<br />
b) Aumento da base logística, uma vez que transportadoras teriam interesse de se fixar na cidade [com reflexo indireto na arrecadação, uma vez que o recolhimento de IPVA também gera repasses, e temabém no emprego];<br />
c) Formação de uma base de mão-de-obra altamente especializada, no setor terciário, com aumento dos salários e consequente atração de investimentos em outras áreas do comércio e industria;<br />
d) Estabelecimento de uma sinergia entre os setor produtivo e os setores edfucacionais da cidade;<br />
e) Aumento do prestígio da região, que poderia se firmar como pólo tecnológico e logístico [ex: São José dos Campos, Seattle, Bangalore e outras cidade do mundo];</p>
<p>Ao perdermos a eleição de 2000, o que tivemos foi o movimento contrário, uma década perdida, com:</p>
<p>a) reafirmação de nossa vocação para o comércio varejista [importante, mas que não faz diferença no grander esquema do mundo];<br />
b) tentativa de montar um modelo de produção agrícola [para a qual Bauru definitivamente não tem vocação] com a produção de produtos in-natura de baixo valor agregado [o que, também, não deu certo, com exceção da pecuária];<br />
c) investimento zero em infra-estrutura logística.</p>
<p>Houve, inclusive, por parte do Ex-Prefeito Nilson Costa, a negativa em patrocinar e fomentar um plano da Renault de produzir pequenos tratores no âmbito da área alfandegada [de aprox 100 alqueires], sob a alegação de que &#8220;essa não é a vocação de Bauru&#8221;. Esse fato me foi relatado por pessoa graduada do EADI.</p>
<p>Esse é o problema de Bauru: A falta de visão, incompetência e imposição de agendas pessoais obscuras por parte dos políticos à população e ao sistema produtivo da Cidade.</p>
<p>Lamentável.</p>
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