Rodrigo Agostinho tem boa aprovação entre não-eleitores
Nada melhor do que medir o nível de satisfação de uma população em relação a seus governantes é ouvindo da própria população algo sobre eles. E nesse fim de semana ouvi o relato de uma cidadã bauruense, não-eleitora do Rodrigo Agostinho, um feedback muito positivo.
A minha sogra, tradicionalmente de direita na política [e na vida], não votou no Rodrigo, porque ele tinha como vice a Estela, uma ex-PT e com forte apelo esquerdista. Para minha sogra, isso era o bastante para ter o pé atrás e o voto bem indicado para a direita, no Caio Coube.
Para a minha surpresa, neste fim de semana, quando perguntei a ela – já esperando um discurso ácido – qual estaria sendo a sua visão em relação ao governo do Agostinho, me veio uma boa resposta. Para minha feliz surpresa, ela soltou um sorriso e disse: “Ele está ótimo!”
Eu, que sempre acreditei no menino-prefeito-prodígio quase que não acredito que aquela frase vinha de alguém tão crítica e tão avessa a novidades, sobretudo na política.
Sua satisfação tinha nome: um abono de R$ 1.174,90 em sua folha de pagamento.
Isso porque o prefeito de Bauru assinou e concedeu, no dia 29 de janeiro de 2009, um abono aos profissionais da educação básica e servidores da rede municipal de ensino, que estiveram em efetivo exercício no ano de 2008.
No ano anterior, Tuga Angerami, então atual prefeito, apenas repassou o abono (sobras referentes ao percentual destinado à educação, nos termos do art. 212 da Constituição Federal, e à verba do FUNDEB – Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação Básica) aos profissionais da pedagogia, ou seja diretores e professores.
Já neste ano, Rodrigo – em minha visão – conseguiu ser mais democrático e justo, pois repassou o valor também para os serventes, merendeiros, zeladores e todos os profissionais que oferecem suporte ao ensino pedagógico.
Aprovei essa atitude. Sobretudo porque sem uma boa merenda, não há um bom aprendizado!
Saiba mais sobre esse assunto.
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em 19/fevereiro/2009 às 15:05
Prezada Glauciana.
Sempre acreditei que o papel da mídia, especialmente as novas mídias independentes, deve ser o de *criticar* o governo, seja ele qual for.
Nunca perca uma chance de criticar o governo. Ele sempre é culpado de alguma coisa.
E nunca elogie, mesmo quando ele aparenta ser benigno.
Abs.
em 3/outubro/2009 às 21:32
Ola, eu com estudante de Administração, estou desenvolvendo uma Pesquisa para a conclusao do curso e gostaria se o Prefeito tem alguma posição ou informação sobre Biodiesel com fator de a inclusao social para região de Bauru.
em 8/outubro/2009 às 10:29
Francisco, você deve falar direto com o gabinete do prefeito, ok?