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A Viver Escola Waldorf é mesmo diferente

Postado no dia 12/maio/2009 em Cultura,Sociedade por Reginaldo Tech

Em Bauru temos uma escola diferente: a Escola Viver, que trabalha com a pedagogia Waldorf. Meus filhos (Lorena e Giulio) estudam lá. A metodologia Waldorf foi criada por Rudolf Steiner e é algo como… nos meus tempos de primário no Luiz Castanho de Almeida. Ou seja, algo como aprender e viver ao mesmo tempo, ao invés de decorar e se preocupar apenas com as notas.

viver1É isso mesmo. Nos meus 26 anos de magistério, percebi que o ensino vai cada vez pior. As escolas particulares de ensino médio dão aos alunos apenas uma opção: coisas prontas, informações ultrapassadas, correria atrás de notas… e decorar muito, ao invés de aprender. Me diga você, caro internauta, se estou errado. Isso acontece em Bauru… no Estado de São Paulo e no Brasil.

Algumas pessoas falam que essa diferença entre a pedagogia Waldorf e a tradicional é prejudicial. Que nada! Pura conversa mole pra boi dormir. Essa diferença é que faz a diferença… no mun do competitivo, na criatividade… no raciocínio lógico… na vida, enfim. Os alunos da Waldorf despontam no mercado de maneira mais sólida… e isso é preceptível a olhos nus.

viver3No começo da manhã… ao invés de simplesmente “jogarmos” nossos filhos na porta da escola, levamos as crianças lá dentro, onde nos espera um agradável café da manhã… com direito a bons dias afetivos… e boas conversas sobre o cotidiano da cidade… as coisas do país e da vida. Assim é o comecinho de toda manhã na Escola Viver.

Na saída acontece a grande dificuldade: tirar os nossos filhos da escola. Ao invés de saírem correndo (de medo) da escola, as crianças querem ficar mais. Esse é o nosso grande trabalho na Viver: tirar os nossos filhos da escola, porque eles sempre querem ficar mais. A Viver Escola Waldorf  fica ali na rua Fortunato Resta, na Vila Giunta. aça uma visita e conheça o que é saber fazer a diferença no mundo competitivo. Aqui foi mais um post de Reginaldo Tech para o BauruBlog. Por hoje é só. Bjomeliga!

Rodrigo Agostinho tem boa aprovação entre não-eleitores

Postado no dia 17/fevereiro/2009 em Política por Glauciana Nunes

Nada melhor do que medir o nível de satisfação de uma população em relação a seus governantes é ouvindo da própria população algo sobre eles. E nesse fim de semana ouvi o relato de uma cidadã bauruense, não-eleitora do Rodrigo Agostinho, um feedback muito positivo.

A minha sogra, tradicionalmente de direita na política [e na vida], não votou no Rodrigo, porque ele tinha como vice a Estela, uma ex-PT e com forte apelo esquerdista. Para minha sogra, isso era o bastante para ter o pé atrás e o voto bem indicado para a direita, no Caio Coube.

Para a minha surpresa, neste fim de semana, quando perguntei a ela – já esperando um discurso ácido – qual estaria sendo a sua visão em relação ao governo do Agostinho, me veio uma boa resposta. Para minha feliz surpresa, ela soltou um sorriso e disse: “Ele está ótimo!”

Eu, que sempre acreditei no menino-prefeito-prodígio quase que não acredito que aquela frase vinha de alguém tão crítica e tão avessa a novidades, sobretudo na política.

Sua satisfação tinha nome: um abono de R$ 1.174,90 em sua folha de pagamento.

Isso porque o prefeito de Bauru assinou e concedeu, no dia 29 de janeiro de 2009, um abono aos profissionais da educação básica e servidores da rede municipal de ensino, que estiveram em efetivo exercício no ano de 2008.

No ano anterior, Tuga Angerami, então atual prefeito, apenas repassou o abono (sobras referentes ao percentual destinado à educação, nos termos do art. 212 da Constituição Federal, e à verba do FUNDEB – Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação Básica) aos profissionais da pedagogia, ou seja diretores e professores.

Já neste ano, Rodrigo – em minha visão – conseguiu ser mais democrático e justo, pois repassou o valor também para os serventes, merendeiros, zeladores e todos os profissionais que oferecem suporte ao ensino pedagógico.

Aprovei essa atitude. Sobretudo porque sem uma boa merenda, não há um bom aprendizado!

Saiba mais sobre esse assunto.

Fevereiro é tempo de planejar

Postado no dia 27/janeiro/2009 em Economia por Glauciana Nunes

aulaDezembro e janeiro são meses diferenciados no calendário do brasileiro. Primeiro, é Natal, é festa de fim de ano da empresa, é revéillon, é gasto. Depois, em janeiro as crianças estão de férias, não há excesso de carros nas ruas, a cidade fica mais vazia.

O ditado, apesar de clichê, continua válido: o ano só começa depois do carnaval. Eu antecipo um pouco, pois acho que o ano só começa em fevereiro. O mês mais curto dá o tom do ano que vai se desenrolar.

Fevereiro é hora de colocar em dia as contas, de montar o planejamento financeiro para os 10 meses seguintes, de sonhar novamente e de voltar a estudar. Fevereiro é tempo de volta às aulas.

A economia se aquece novamente: lista de materiais, mensalidade da escola particular, volta dos universitários para Bauru, investimento no transporte escolar e outros inúmeros pontos que fazem os cofres bauruenses engordarem.

Investir em educação é premissa básica de qualquer pai, já que o sistema educacional brasileiro não atende. Então, é segurar por onde dá. Em meio a tantos gastos, o ideal é colocar tudo na ponta do lápis e calcular em que aspectos pode-se economizar.

E vale tudo: tentar uma bolsa na universidade, fazer pesquisa de preço de lista nas papelarias, brigar por um desconto na escola, pechinchar o valor da van escolar. Mesmo que a economia pareça pequena, somando tudo pode fazer a diferença. Fique de olho e boas aulas!

Movimentação universitária na cidade…

Postado no dia 17/dezembro/2008 em Economia,Sociedade por Gustavo Ferreira

Bauru é conhecida por ser pólo regional da educação. 

É um município com grande atividade universitária. Além de campus da Universidade de São Paulo (onde funciona a Faculdade de Odontologia de Bauru, considerada a melhor faculdade de Odontologia do Brasil e a terceira melhor do mundo) e da Universidade Estadual Paulista – Unesp, que possui na cidade seu maior campus, em número de cursos e alunos (19 cursos e mais de 6 mil estudantes) e 3 faculdades: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC); Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB) e Faculdade de Ciências (FC). Funciona em Bauru também a Universidade do Sagrado Coração - USC, aInstituição Toledo de Ensino (ITE), a Universidade Paulista (UNIP), Instituto de Ensino Superior de Bauru (IESB), as Faculdades Integradas de Bauru (FIB) e a Faculdade Fênix/Anhanguera Educacional. No município há também grande número de cursos técnicos. As principais escolas são o Colégio Técnico Industrial (CTI), da Unesp, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI),o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), o Colégio Liceu Noroeste e, desde 2006, a ETEC Rodrigues de Abreu (administrada pelo Centro Paula Souza e governo do estado), que ministra os cursos técnicos de Administração, Enfermagem, Logística, Informática e Segurança do Trabalho. (Wikipedia)

E neste período de transição, onde jovens terminam seus estudos nas Universidades e ouros mais jovens iniciam a vida acadêmica, a movimentação nas imobiliárias da cidade começa a aumentar. São jovens e seus pais à procura de casas, apartamentos e pensões onde passarão de 4 a 7 anos de suas vidas em nossa cidade.

A grande população universitária e jovem da cidade movimenta muito o mercado imobiliário e também o comércio local. São muitos os benefícios que esses estudantes das cidades da região (e até mesmo de fora do estado de São Paulo) trazem para a cidade: além do intercâmbio cultural, eles consomem em nossos estabelecimentos e prestam serviços através de seus projetos de extensão

Esse assunto ainda é polêmica na cidade, devido a acontecimentos exporádicos com alguns universitários que acabam de uma forma ou outra denegrindo a imagem de todos. O que pensar sobre isso? Pode-se julgar a árvore por apenas um fruto na cesta? Como avaliar a presença dos universitários em Bauru?