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Parabéns Walmart de Bauru!!!

Postado no dia 18/novembro/2009 em Comportamento, Economia, Generalidades, Sociedade por Kláudio Cóffani

E, menos de 24 horas depois de ter postado meu incômodo em relação a “poste do estacionamento do Walmart”, um colega me telefonou e disse: ” Teu post no BauruBlog já foi lido e o Walmart já adotou medidas de proteção contra futuros acidentes. Vai lá ver!!! ”

E lá fui eu para o Walmart, em Bauru.

Ao estacionar já confirmei o aprimoramento.

Entrei, fiz minha rápida compra, saí e FOTOGRAFEI.

Vejam:

Poste - agora com proteção - no estacionamento do Wal Mart.

Poste - agora com proteção - no estacionamento do Wal Mart.

E como eles agiram tão rapidamente?

Foram inteligentes, cortaram os pneus e “vestiram” o poste. Veja:

"Vestiram"o poste, cortando os pneus, agora, reciclados.

PARABÉNS  a  Gerência do estabelecimento e sua equipe de apoio, pois agiram com presteza, rapidez, criatividade e eficácia.

E adotaram uma conduta ambientalmente correta e coerente com o programa Carbono Zero – adotado pelo Walmart mundial – ao reciclarem pneus velhos, dando-lhes novo ciclo de vida, agora como protetores contra impactos mecânicos (isto é reciclar: é dar novo Ciclo de vida ao produto descartado em sua função anterior).

Empresas privadas, com a qualidade do Walmart são o que são por serem assim: Dinâmicas, Eficazes, em Aprimoramento Contínuo e Sócio-ambientalmente responsáveis.

Ficamos felizes, no Baurublog, por termos a possibilidade de – por meio desta mídia aberta e democrática – tão rapidamente podermos colaborarmos com o aprimoramento contínuo de nossa cidade.

Parabéns Walmart de Bauru,

Parabéns Baurublog,

Parabéns ao meu amigo, que monitorou o texto, o fato e ainda me contatou.

Parabéns a todos!!

Como vai o senhor, professor?

Postado no dia 25/maio/2009 em Sociedade por Glauciana Nunes

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Nesse fim de semana estive em Bauru e uma das minhas longas conversas com uma pessoa girou em torno da educação municipal.

Mas, dessa vez, a tônica do assunto não era o descaso dos governantes em relação à educação, nem a falta de merenda ou material e nem o conceito pedagógico.

Durante todo o sábado e o domingo ouvi relatos de uma pessoa, que prefere não se identificar, que refletem a falta de treinamento dos educadores da rede municipal bauruense.

É claro que não podemos generalizar, já que esses relatos se referem a apenas uma escola da cidade e a amostragem não seria adaptada à realidade das tantas EMEIIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil Integradas) e EMEIs (Escolas Municipais de Ensino Infantil) de Bauru. De qualquer forma, estamos falando de um total de, mais ou menos, 500 crianças.

A queixa que eu ouvi foi que as professoras dessa escola agem, por vezes, de forma relapsa em relação aos cuidados com os alunos. Por exemplo, só escovam os dentes das crianças que comeram a merenda. Perguntam em alto e bom som: “Fulano, você comeu sua merenda?”. Se a criança diz que não, a professora a manda sair da fila. Tal atitude, de acordo com minha fonte, é porque as professoras não têm paciência de fazerem a higiene bucal de todas as crianças e acabam por diminuir a fila na hora da escovação.

Outro relato que ouvi foi que a prefeitura envia material pedagógico para trabalhos em sala de aula: cadernos, giz de cera, livros para colorir, massinha, tinta atóxica e lavável e outros tantos materiais para o desenvolvimento educativo-motor das crianças, mas esse conteúdo não é devidamente aproveitado, porque as professoras preferem manter as turmas em frente à TV, já que seria mais fácil controlá-las entretidas ali.

E, por fim, ouvi – o que considero pior – que em dias mais frios ou chuvosos as professoras “torcem” para que as mães não levem seus filhos à escola. Porque, justamente nesses dias fica inviabilizada a permanência dos pequenos no parquinho, fazendo com que o corpo pedagógico da escola tenha que ter mais criatividade na programação diária dos alunos.

Enfim, esse talvez não seja um texto jornalístico, porque não estou citando a fonte e nem o nome da escola. Mas, talvez seja um texto escrito por uma cidadã, que é mãe de um aluno em idade escolar. O que esperamos da escola? Que papel a escola tem na vida de uma criança que passa mais tempo ali do que em casa?

A “culpa” pela falta de empenho dos professores é deles? É do município? É do nosso sistema educacional? É dos baixos salários da categoria? Não sei responder e também não estou julgando aqueles educadores. Só estou relatando um fato que me assusta e quero dividir com a sociedade bauruense, pois acho que, pelo menos colocando em discussão, a gente já consiga fazer algo. Ou, pelo menos, pensar em algo.

Rodrigo Agostinho também toma cerveja

Postado no dia 14/abril/2009 em Comportamento, Política por Glauciana Nunes

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Neste feriado da Páscoa, meu amigo Allan Weslei Pereira, cidadão e eleitor bauruense, estava aproveitando seus dias de descanso passeando pela cidade.

Na sexta-feira santa, feriado nacional, por volta das 16 horas, foi abastecer seu carro no posto Select – da Avenida Nações Unidas ao lado do supermercado Paulistão – e encontrou sentado em uma das mesas o prefeito Rodrigo Agostinho.

Acompanhado de duas moças, o prefeito conversava e tomava cerveja. Allan observou que já deviam estar ali há algum tempo, pois tinham várias latas vazias em cima da mesa onde estavam.

Desse encontro nasceu uma conversa bem interessante entre nós: qual é a linha que separa um prefeito, um homem público, em um feriado, quando não há expediente municipal, de uma pessoa física, comum, que tem direito ao lazer? Quando esses papéis se confundem?

Essa é uma polêmica que gira em torno das pessoas públicas de nosso país. Vira e mexe sai na imprensa que tal jogador de futebol foi flagrado na balada bebendo ou que tal atriz que trabalha com criança foi fotografa nua. E, geralmente, essas notícias são carregadas de cobrança e reprovação.

A polêmica da vez é a publicidade da cerveja Brahma, veiculada na televisão, com o jogador Ronaldo. José Roberto Torero escreveu hoje, 14/04, na Folha de São Paulo, (e Juca Kfouri reproduziu em seu blog) sobre o fato. Torero foi claro e direto: “Jogador fazer propaganda explícita de cerveja não dá. Passa da conta.”

As personalidades também não são pessoas comuns, que têm direito ao lazer? Que no momento em que não estão trabalhando podem, sim, tomar cerveja, ir pra boate, posar nu? Que podem aproveitar a imagem que construíram perante o público e faturar com publicidade?

Em contrapartida, será que essa vida pública não os limita a viver de forma mais discreta? Será que têm o direito de tomar uma cerveja no posto, com a cidade com tantos problemas administrativos?

Eu tenho a minha opinião. E ela é: acho, sim, que eles são pessoas comuns e que podem ter o direito de fazerem o que quiserem em seus momentos de lazer. Entretanto, devem ter a consciência de que podem ter de aguentar a consequência de suas ações.

E você, o que acha disso? Se encontrasse o Lula tomando uma cerveja no posto da esquina, faria o quê? Dê a sua opinião!

Dia das Mulheres: o anti-heroismo feminino

Postado no dia 5/março/2009 em Comportamento por Glauciana Nunes

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Devo ser uma mulher às avessas. Não gosto do Dia das Mulheres. Serei queimada em praça pública como queimaram os sutiãs por essa afirmação, assim, à queima roupa?

Elas lutaram tanto por direitos iguais, para serem tratadas com respeito e reconhecimento. Foram à forra, estão conseguindo bons salários, têm força política, ocupam a mesma, ou até mais, autonomia em relação ao controle familiar.

As mulheres, ao longo dos séculos, vêm conseguindo fazer uma revolução na sociedade. Conseguem dia-a-dia, ação-a-ação, luta-a-luta fazer que as enxerguem como seres-humanos completos, dotados de competência e força, sensibilidade e emoção.

E aí me questiono: porquê existe um dia para mulheres? Concordo que realmente tenhamos que comemorar a nossa emancipação e que nos solidarizar com a causa, principalmente daquelas operárias que foram assassinadas na fábrica de tecidos em 1857, nos Estados Unidos (daí a homenagem pelo Dia Internacional da Mulher).

Agora, festejar o 8 de março como o meu dia, eu não consigo. Me soa como a afirmação do preconceito. Como se realmente fôssemos menores em algum aspecto para precisar de um dia para enaltecer.

Além do que o fator comercial é o que sustenta esse dia, pelo menos aqui no Brasil. É só passar o carnaval para a publicidade começar a bater forte no presente para a mãe, a namorada, a filha, a colega de trabalho…

Não estive em Bauru nesses últimos dias, mas aposto que as vitrines do Bauru Shopping e da Batista de Carvalho devem estar cheias dos mais variados apelos. O Dia das Mulheres é o mote comercial da vez, antes da Páscoa e do Dia das Mães.

Bem, pode ser que muitas mulheres discordem de mim e é natural. Mas, fica aqui o meu manifesto para o Dia Internacional da Mulher!

Rodrigo Agostinho tem boa aprovação entre não-eleitores

Postado no dia 17/fevereiro/2009 em Política por Glauciana Nunes

Nada melhor do que medir o nível de satisfação de uma população em relação a seus governantes é ouvindo da própria população algo sobre eles. E nesse fim de semana ouvi o relato de uma cidadã bauruense, não-eleitora do Rodrigo Agostinho, um feedback muito positivo.

A minha sogra, tradicionalmente de direita na política [e na vida], não votou no Rodrigo, porque ele tinha como vice a Estela, uma ex-PT e com forte apelo esquerdista. Para minha sogra, isso era o bastante para ter o pé atrás e o voto bem indicado para a direita, no Caio Coube.

Para a minha surpresa, neste fim de semana, quando perguntei a ela – já esperando um discurso ácido – qual estaria sendo a sua visão em relação ao governo do Agostinho, me veio uma boa resposta. Para minha feliz surpresa, ela soltou um sorriso e disse: “Ele está ótimo!”

Eu, que sempre acreditei no menino-prefeito-prodígio quase que não acredito que aquela frase vinha de alguém tão crítica e tão avessa a novidades, sobretudo na política.

Sua satisfação tinha nome: um abono de R$ 1.174,90 em sua folha de pagamento.

Isso porque o prefeito de Bauru assinou e concedeu, no dia 29 de janeiro de 2009, um abono aos profissionais da educação básica e servidores da rede municipal de ensino, que estiveram em efetivo exercício no ano de 2008.

No ano anterior, Tuga Angerami, então atual prefeito, apenas repassou o abono (sobras referentes ao percentual destinado à educação, nos termos do art. 212 da Constituição Federal, e à verba do FUNDEB – Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação Básica) aos profissionais da pedagogia, ou seja diretores e professores.

Já neste ano, Rodrigo – em minha visão – conseguiu ser mais democrático e justo, pois repassou o valor também para os serventes, merendeiros, zeladores e todos os profissionais que oferecem suporte ao ensino pedagógico.

Aprovei essa atitude. Sobretudo porque sem uma boa merenda, não há um bom aprendizado!

Saiba mais sobre esse assunto.