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Manutenção de asfalto em Bauru durante o dia atrapalha o trânsito

Postado no dia 20/outubro/2010 em Política por Paulo Milreu

Fica a pergunta: porque essa manutenção de asfalto, o tal recapeamento, que está sendo feito nas ruas centrais de Bauru, não é executado nos finais de semana e após as 18h?

Realmente não compreendo. Ontem tive que me desviar por vários quarteirões para chegar ao meu destino, comprometendo o horário da minha chegada para uma reunião. Um simples desvio que levou quase 20 minutos, numa cidade do porte de Bauru.

Conversando com um amigo ele afirmou: “O nosso prefeito não quer pagar hora extra para os funcionários, por isso trabalham no horário normal”.

Será que é isso mesmo? Fiquei em dúvida, resolvi postar, quem sabe alguém me confirma isso.

Professora Janira Bastos assume a Secretaria da Cultura

Postado no dia 11/junho/2010 em Cultura por Reginaldo Tech

Após a emocionante novela da mudança na Secretaria da Cultura de Bauru, o prefeito Rodrigo Agostinho nomeou a professora Janira Bastos para dirigir a pasta. A saída de Pedro Romualdo foi tumultuada, mas não tirou o brilho do trabalho realizado por ele durante o tempo em que foi secretário. A volta do carnaval foi um dos bons momentos de sua gestão, já que há uns 10 anos não se via o Sambódromo lotado para assistir aos desfiles.

Porém, nem sempre o bom trabalho desenvolvido é a única questão. Mas não vou entrar nesse mérito, já que é comum, após a saída de um gestor, como aconteceu com Romualdo, todos virarem as costas. Acho que Pedro precisa e deve ser aproveitado na administração de Rodrigo, já que teve papel importante na eleição, assim como aconteceu com Rubito e deveria acontecer com Majô Jandreice.

Acontece que acordamos hoje com nova secretária de cultura. E isso, no momento, é o que vale. Janira Bastos é do meio cultural, seus filhos protagonizam belas carreiras, seu marido, Irineu Bastos, é uma das principais personalidades da nossa Bauru… e a professora, por si só, tem uma carreira brilhante e muita competência para assumir o posto. Acho até que o prefeito Rodrigo escolheu o perfilcerto, já que Janira (me parece) tem um estilo mais pacificador, já que não tem atuação política, mas apenas cultural.

A questão está posta… e como sou um cara positivo (e a vida me ensinou a ser exatamente assim)… quero olhar apenas com os bons olhos da proatividade para esta mudança. Janira Bastos assume e tem uma missão importante: pacificar a secretaria. Engraçado isso. Como assim “pacificar”? Engraçado e estranho, já que a secretaria de cultura tem um excelente quadro de funcionários. Muitos estão lá desde os tempos da Casa da Cultura… e eu os conheço da lida. Acho que o caminho é bem outro… e não “pacificar”.

Vejo que é preciso que exista um projeto a curto e médio prazo, com a participação de todo o pessoal envolvido nas questões culturais. Todos devem ser chamados. Desde o ex-secretário Geraldo Bérgamo até o próprio Pedro Romualdo. Talvez, abrindo-se espaço para uma grande roda de conversa, patrocinada pelo Conselho de Cultura. Dois ex-secretários trabalham na secretaria (Sérgio Losnak e Elson Reis) e precisam ser ouvidos também.

Fora isso, muitas outras pessoas que militam ou apenas gostam das artes e da cultura precisam ter espaço de discussão. Talvez seja esse o nó a se desfazer. Eu sei que o estilho Janira é mais tranquilo… e acho até que o caminho é este: mais tranquilidade, mais diálogo e muita ação… pois os pontos de cultura vem aí. Sorte, Janira! Pode contar com Bauru.

E para finalizar, quero dizer que a partir da próxima semana vou começar a discutir cultura, educação e mio ambiente no meu blog (www.reginaldotech.com.br), onde você também pode baixar os meus e-books: “Antes do Passado Chegar” e “Palavras Frases Parágrafos”. Encontre-me também no MSN . Acompanhe!

Educação é saúde preventiva. Vera Casério sabe disso.

Postado no dia 2/janeiro/2010 em Política por Reginaldo Tech

Vera Casério (foto: Júlio Riccó/Agência BOM DIA)

Não vamos esperar o carnaval passar para o Brasil começar a funcionar. Até rimou, mas é uma ordem premente para que as coisas se estabeleçam de fato. E em meio às festas de final de ano, o prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, resolveu começar a “mexida” na casa: trocou a direção da secretaria de educação. Nesta segunda-feira, dia 4 de janeiro, toma posse a educadora Vera Casério.

Nem vamos nos derramar em elogios à nova secretária. Primeiro que ela não precisa disso, já que sua carreira e posições educacionais já demonstram capacidade e zelo com o sistema de ensino; e segundo, para não parecer discriminação a secretária anterior, Majô Jandreice, que tem sua capacidade profissional e política demonstrada, mas acabou não atingindo os objetivos que o prefeito queria.

Mas, voltando a Vera Casério, percebo que ela tem uma qualidade vital para o cargo que vai ocupar: a capacidade de pensar a educação de um jeito moderno e arrojado. Vera tem uma dimensão político-social que a faz sair da teorização e ir direto às práticas do que chamo de “acolhimento na educação”. Uma expressão que inventei, fazendo uma relação com humanização e acolhimento na saúde.

Esta visão da nova secretaria, que objetiva uma espécie de educação preventiva, é algo como usar a educação como saúde preventiva. Ou seja, a educação deixa de ser o fim e passa a ser o meio pelo qual as crianças (e também pais e professores) podem se tornar sujeitos de ações proativas. Objetivamente, ao invés de uma educação que apenas multiplique saberes, uma educação que crie condições de mudanças, mesmo que sejam mudanças pontuais nas famílias e nos bairros.

Da década de 90, quando Vera Casério foi secretária de educação do município, até o dia de sua posse na mesma secretaria, passaram-se mais de dez anos. O mundo mudou, a realidade é bem outra… e a nova secretária sabe muito bem disso, pois ganhou também esta experiência no mundo corporativo, onde esteve até agora. No mais, é torcer e colaborar, pois competência existe!

Um pouco de tudo

Postado no dia 14/agosto/2009 em Comportamento, Cultura, Generalidades por Luiz Bigarelli Jr

Já há algum tempo não escrevo nada aqui no Bauru Blog, é a correria diária que nos impede de criar uma rotina, porém, nesta semana não poderia deixar passar em branco, como trabalho em dois locais distintos, ao volante do meu carro e na frente do meu computador, percorro inúmeros locais e virtualmente fico atento aos novos acontecimentos.

Nesta semana uma notícia em um site me chamou a atenção, os mendigos americanos estão cada vez mais conectados na internet, muitos tem até blogs, perfil em sites de relacionamento, enfim, estão plugados no mundo virtual, acabam captando sinais de internet free de restaurantes e outros estabelecimentos.

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O que isso tem a ver conosco? Bem, dia desses em um café, que tinha wi-fi, fiquei trabalhando, saboreando o café, vendo o movimento e pensando como as coisas estão cada vez mais descomplicadas e lembrando de um Hotel de Adamantina, o Solarium Park.

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Um excelente Hotel, mas na hora de usar a internet, precisou chamar o sobrinho do Bill Gates pra configurar o computador e a pergunta final, a pior: Se você precisar usar o msn tem que fazer outra configuração aí e só o gerente que sabe. O que as pessoas deveriam ficar atentas é que a internet é igual aquela TV pendurada no boteco, que todos podem assistir, assim deve ser a internet que deixa os mendigos americanos como qualquer outra pessoa no mundo virtual.

Nisso o Prefeito de Agudos também acertou. O Everton Octaviani já instalou na cidade 4 ou 5 antenas para jogar no ar o sinal de internet FREE, isso mesmo, de graça! Claro que o serviço terá algumas regras, como, estar em dia com o IPTU, porém é mais um diferencial e acima de tudo a democratização da informação.

Isso me leva sempre a pensar naquela frase de uma historinha de Shakespeare, “Cada um dá o que tem”. Ao ver um Prefeito como o de Agudos, tornando a internet acessível a qualquer cidadão que esteja em dia com seu IPTU, tantos bons exemplos de políticos e gestores comprometidos em deixar um legado, alguns sinais extremamente positivos neste primeiro semestre da gestão do Prefeito Rodrigo Agostinho, onde essa nova geração começa a contrastar com o ranso velho do Sarney, Renan (o qual o filho foi presenteado com uma concessão de rádio ontem), Collor e tantos outros maus exemplos como aquele carregamento de lixo vindo da Europa…

lixoeuropeu

Lembram dele? Enviado especialmente aos pobres do 3º mundo, até com bilhete para dar às crianças. Muito bonito isso. Depois do vexame os navios estão retornando com a encomenda para o dono, lá na inglaterra. Pois é, como muito bem disse Shakespeare: “Cada um dá o que tem”.

Até o próximo!

Aniversário de 113 anos de Bauru foi eclético

Postado no dia 4/agosto/2009 em Comportamento, Cultura, Generalidades, Lazer, Sociedade por Gustavo Ferreira

A gripe suína me afetou…

Pois é… devido ao alarde (com razão ou não, não vou entrar no mérito da questão) que se tem feito, o curso que participo em Presidente Prudente todo primeiro fim de semana do mês foi cancelado… devido ao local ser pequeno e sermos em muitos participantes… o que nos deixaria expostos com mais facilidade à transmissão da gripe A.

Bom, devido a isso, depois de aguentar meu próprio mal humor já que estava ansioso com a viagem que não chegou, pude apreciar algumas das atrações do aniversário da cidade no domingo no parque Vitória Régia.

Do momento que cheguei até a hora que fui embora tivemos apresentação de forró (Trio Descendo a Serra), em seguida uma apresentação da Ala Show da Escola de Samba Azulão do Morro, em seguida uma apresentação de Rap (não assisti), depois a Orquestra Municipal de Bauru, a Sinfônica do Exército Brasileiro e por fim o teatro Somos Todos Vira-Latas (de um pessoal de Pompéia). Sei que depois do teatro haveria ainda um grupo de axé e depois no encerramento o grupo Manos Country. Bem diversificado, não?

Por esse motivo, o fluxo de pessoas era intenso, a cada hora via-se na praça rostos novos  de quem vinha prestigiar seu ritmo e/ou expressão artística preferidos.

Foi no geral muito interessante… mas pecou demais pela escolha dos “mestres de cerimônia”, que eram extremamente ruins, gaguejavam o tempo todo (inúmeras vezes erraram ao tentar falar 113) e eram extremamente irritantes e repetitivos (principalmente enquanto diziam para a população que estavam os enrolando por causa dos atrasos). Chegou um momento em que as pessoas já estavam pedindo para tirar a tal da Vera do palco pois não aguentavam mais ouvir sua voz… foi triste… mas confesso que eu também queria que ela saísse, pois já estava com dor de cabeça de ouvir a voz dela…

Tirando esse erro na escolha de quem “comandaria” a festa e alguns problemas com o som, estava tudo organizado, não vi brigas e a praça estava bonita.  Acredito que não tenha registro de ocorrências graves no fim de semana durante as festividades.

O prefeito Rodrigo Agostinho, a comissão organizadora e os patrocinadores estão de parabéns.

Obs: Por favor, nos 114 anos vamos escolher um pessoal capacitado para ser mestre de cerimônia de evento!