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Pelos supermercados da cidade: Paulistão precisa da visita da vigilância sanitária

Postado no dia 8/janeiro/2010 em Comportamento, Economia, Gastronomia, saúde por Reginaldo Tech

Eu sou um “supermercadista”. Calma, Jad Zogheib, nada de concorrência. É que sou frequentador assíduo de supermercados. E não é só em Bauru. Na praia, por exemplo, eu sou o primeiro a levantar a mão quando alguém precisa fazer compras. Gosto muito mesmo. Sou observador de preços, qualidade, higiene e outras situações dos supermercados por todos os cantos onde vou. E em toda cidade eu visito um supermercado.

Mas… voltando a Bauru, quero falar um pouco sobre uma situação que vem me incomodando muito: o Supermercado Paulistão. Nem sei mais quem são os donos, de tanto que os empresários compram e vendem suas redes. Isso também não importa muito. Hoje fui ao Supermercado Paulistão da Bela Vista, pois tive um compromisso bem próximo dali. Esse mercado fica na Praça dos Expedicionários, que fica em frente a TV Tem.

Vou ser curto e grosso: geladeiras pingando água, que escorria pelo chão, garrafas de refrigerantes caídas no chão, pãp de forma com data de validade 8 de janeiro de 2010 (hoje é dia 8 de janeiro de 2010), cheiro ruim próximo ao açougue… sem falar nos pouquíssimos caixas funcionando e nos problemas com máquinas de check-out (caixas): leitora de código de barras e máquina de cartão de débito/crédito que não funcionavam.

Acho o Paulistão um mercado barato, com vários bons produtos alternativos, mas muito sujo e pouco higiênico, com produtos empoeirados nas prateleiras. Será que não valeria à pena a vigilância sanitária fazer uma visita às lojas do Paulistão da Getúlio, Nações e Bela Vista? É só por hoje!

Hospital de Base: O caos no Segundo Fundos Par

Postado no dia 16/novembro/2009 em Política, Sociedade, saúde por Kláudio Cóffani

Compartilhando desta necessária discussão em relação ao Hospital de Base/Associação Hospitalar, ouvi depoimentos de profissionais da saúde sobre a situação dos pacientes SUS (e sem “padrinhos”) mantidos na ala identificada popularmente como “Segundo Fundos”.

É estarrecedor saber que lá…

  • Misturavam, em leitos vizinhos,  portadores de HIV e doentes com  tuberculose; pessoas esfaqueadas, com pacientes que tiveram derrames;
  • Os remédios só eram disponibilizados aos pacientes UMA ÚNICA HORA do dia (15h) e se o paciente estivesse sofrendo, gemente, com prescrição de medicação desde as 8h da manhã, SOMENTE  as 15horas ele receberia medicação (ficando sofrendo, gemente por 7 horas!!! ou mais); se por azar a medicação das 15 horas caísse no chão, derramada, o Paciente não tinha reposição e continuava sofrendo por muito mais horas;
  • Quando pediam para chamar um médico, ouviam a frase: “médico nunca vem aqui, pode esquecer!”. O fato é que os pacientes não se esqueciam do Médico -  o único profissional que poderia lhe tirar a dor (e até promover sua recuperação e cura) – mas informam que normalmente eles não eram vistos circulando nessa área.
  • Os pacientes também ficavam  sem comida; sem chá, suco, sem frutas e outros alimentos – NECESSÁRIOS a recuperação do organismo – por prolongados horários ou até dias. E pacientes recebiam “a mesma comida”, mesmo quando necessitavam de dietas diferenciadas, para cada caso e tratamento.
  • Havia (ou ainda há) uma maca/cama, localizada junto à parede, cujos pés estavam quebrados e que ficava equilibrada sobre paus e tijolos. E  -  às vezes – quando precisavam movimentar um paciente – em elevada necessidade e urgência – esqueciam disso, afastavam essa cama da parede e ela despencava !! Caía!! “Desmoronava”, com o paciente. Óbvio que permaneceu assim por meses, com gente doente caindo, pois a Administração não providenciava a manutenção.
  • Os funcionários do setor – como a maioria que está trabalhando na Prefeitura -  acumula dupla ou tripla jornada de trabalho. Eles  ganham tão mal que precisam trabalhar nos postos de saúde e outros hospitais, para tentarem garantir vida digna, em casa. Porém, por conta disso, trabalham 24 horas, 36 horas, SEGUIDAS. Eles são massacrados pela rotina de trabalho deles. Apesar de a legislação proibir plantões seguidos na rede municipal de saúde, essas jornadas acumuladas passam “despercebidas”, pois o sistema de controle “não identifica” quem trabalha nessas condições, em diferentes locais da administração municipal. Por um lado isso garante remuneração para esses profissionais conseguirem um mínimo de dignidade, mas por outro lado, tais profissionais  – humanos – não conseguem produzir sem parar por 24 ou 36 horas. E no “segundo fundos par”, onde os médicos não costumam ir, eles até podiam descansar um pouco, mesmo que os pacientes ficassem um pouco abandonados.
  • Todo o “segundo fundos par” é um setor doente!
  • (nos anos 90 era conhecido internamente como “Vietnã”)

No “segundos fundos par” o caos era/é o padrão. O abandono dos seres humanos era/é o padrão.

De fato – agora se sabe – que a Administração tinha outras prioridades!! 16 milhões!!

Pagar empréstimo pessoal de 4 milhões!??!

Quem “emprestou” 4 milhões do próprio bolso para o Hospital??

Quem quer manter a ordem, quem quer criar desordem !!

O pão nosso de cada tamanho, qual é hoje?

Postado no dia 5/setembro/2009 em Gastronomia, Generalidades, Mídia por Luiz Bigarelli Jr

Até a um tempo atrás o pão francês era vendido por unidade que obrigatoriamente deveria pesar 50g. Ainda lembro que a última vez que comprei pão francês na padaria paguei R$ 0,20 a unidade. Tinha certeza que levava para casa 10 pães de 50g. Sabíamos quanto realmente custava a unidade, assim a noção de valor era real.

Hoje, tendo as padarias que vender o pão francês por quilo, encontra-se de tudo, micropães, pães enormes, um descontrole total do que se oferece ao consumidor, sem falar no preço do quilo do pão que varia muito, o que nos faz perder a noção do valor daquilo que se compra. Outro dia fazendo as contas do quanto paguei por 10 pães me levou a um resultado de R$ 0,67 a unidade e o maior absurdo disso tudo foi ver que nem eram pães tão grandes.

A falta de padrão é tão perniciosa que causa pequenos prejuízos e nem nos damos conta quando estamos, por exemplo, no supermercado e acabamos por colocar os pães junto a outras coisas compradas. Pior ainda é pra quem faz dietas seja de controle de peso ou até mesmo de restrição alimentar em decorrência de um problema de saúde como o diabetes. Teoricamente um pão francês de 50g tem algo próximo a 130 calorias, hoje, pode variar sabe lá quanto, e o pobre do diabético deve ter uma balança e uma calculadora em casa para descobrir quantas calorias está ingerindo.

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Assim, é necessário reavaliar até que ponto esta mudança foi honesta ao consumidor, honesta no ponto de vista financeiro e de sua saúde. É importante para o consumidor adquirir alguma coisa com um pouco de padrão. Essa foto é de 2 pães comprados em padarias de diferentes supermercados e logicamente em dias diferentes. Como a idéia de escrever este post veio apenas quando coloquei um ao lado do outro é claro que o menor, do dia anterior já estava endurecido o que o diminui ainda mais, porém nada que o deixe como, ou próximo ao pão novo.

Padrão não faz mal a ninguém e a nenhum bolso, muito menos à saúde.

A diferença é grande, agora com a palavra quem é responsável por isso…

A TV informa 25, mas são 51 internados com GS no Hosp. Regional

Postado no dia 13/agosto/2009 em Comportamento, Mídia, Sociedade por Kláudio Cóffani

A TV informa que 25 pessosas estão internadas com Gripe Suína no Hosp. Regional (HR) de Bauru, mas dentro do sistema de saúde a informação que o próprio HR repassou  para os demais hospitais é de que são 51 pessoas dentro do HR, e por causa disto o HR não tem mais leitos para receber pacientes.

Na UTI do HR estão várias pessoas intubadas, com a unidade atendendo no limite.

11 pessoas já morreram na região. mas estas mortes ocorreram há alguns dias. O número atualizado já é maior. Qual seria?? 15 pessoas? 18 pessoas? Qual a verdade??

Por que a TV divugou 25, em vez de 51 pacientes internados?
Quem transmitiu esta informção para a TV?
Quem emitiu a informação indicando menos de 50% do número verdadeiro??

Por que estão ocultado a verdadeira situação??

Gripe Suína: Temos que combater a inércia que alimenta e fortalece o vírus!

Postado no dia 12/agosto/2009 em Comportamento, Economia, Política, Sociedade por Kláudio Cóffani

Divulgaram que hoje morreram mais 2 adultos em Bauru!

Ouvimos que, em Bauru:

  • há vários pacientes intubados, sem evolução do quadro clínico;
  • não há TAMIFLU sequer para os paciente já internados,
  • não há mais vagas nas UTIs para internar pacientes,
  • não há mais aparelhos (respiradouros) para intubar os pacientes  que tanto necessitam (para reduzir o sofrimento),
  • cresce o número de profissinais da saúde adoentados.

Sabemos que neste dia 12 de Agosto de 2009:

  • temos mais de 255 mortos no Brasil por GS e SÃO PAULO é o estado onde mais morrem pessoas,
  • o Brasil já ultrapassou o México em mortalidade de doentes com GS,
  • até o STF aceitou (dia 12/08) prorrogar a vigência de uma lei INCONSTITUCIONAL, do Espírito Santo, para que a  Secretaria Estadual da Saúde possa contratar mais funcionário SEM CONCURSO;
  • 27 municípios de Santa Catarina já declararam estado de emergência,
  • A Assembléia Legislativa de SC cancelou todas as audiências por 40 dias,
  • Cascavel, no Paraná proibiu qualquer aglomeração  (shows, missas, bares, escolas, etc),
  • NÃO  temos um COMITÊ DE ENFRENTAMENTO DA INFLUENZA A, com a sociedade civil e agentes públicos em Bauru.

O que esperamos  para forçar uma MOBILIZAÇÃO SOCIAL?
O COMBATE  dessa epidemia pandêmica está em articularmos atitudes intensas, emergenciais, capazes de barrar a disseminção do vírus, mesmo que possa incomodar nossa economia local (estadual e regional). É mais barato prevenir que remediar. Temos que prevenir!!!

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Nenhuma empresa deseja vivenciar um “lock out” (suspensão de atividades). Todos os empresários temem uma Paralização geral, como ocorreu no México e Argentina. Poucas empresas ficarão saudáveis com um “feriado prolongado” rasgando o fluxo de caixa. Mas …

OU AGIMOS com intensidade e determinação,

ou continaremos assistindo a sobrecarga de doentes em nossos hospitais,

a sobrecarga de sofrimento,

a sobrecarga de dor e infelizmente até de mortes.

TEMOS  QUE COMBATER A INÉRCIA QUE ALIMENTA E FORTALECE O VÍRUS!

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Vamos articular??