Feed

Bauru é ótima: Aproveitemos!!!

Postado no dia 23/novembro/2009 em Comportamento, Cultura, Economia, Generalidades, Lazer, Sociedade por Kláudio Cóffani

Os cidadãos de Bauru, muitas vezes reclamam que faltam opções de lazer em  nossa cidade: ESTÃO REDONDAMENTE ACOMODADOS e errados!!

Bauru é uma cidade maravilhosa, tem atividade de cultura, arte e lazer todos os dias e noites.

Bauru tem…

Shows de grande porte!!!

Show do Victor e Leo

Show do Victor e Leo

onde MILHARES DE PESSOAS puderam participar e aproveitar a festa

Milhares de pessoas em momentos felizes!!!

Milhares de pessoas em momentos felizes!!!

Música e poesia em Bares durante a semana !!!
(numa 3a feira á noite)

Poesia com o Prof. Relvas e música no Estação Bar

Poesia com o Prof. Relvas e música no Estação Bar

Desfiles de Moda!! ( Esse também foi numa 3a feira á noite)

Desfile no Bauru Shopping numa 3a feira á noite

Desfile no Bauru Shopping numa 3a feira á noite

Festa para quem tem mais de 35 anos de idade poder se lembrar e assistir  vídeos da Boate Camarim há 20 anos atrás ( e se lembrar com carinho de colegas que já partiram ao longo desses anos).

Festa " 20 anos do Camarim" no Santa Madalena

Festa " 20 anos do Camarim" no Santa Madalena

Inclusive, dentre vários ótimos amigos , pude encontrar o Vinagre (que também escreve neste BauruBlog)

Bauru tem palestras todos os dias ……….

Palestra sobre Economia e Vida - na USC

Palestra sobre Economia e Vida - na USC

Bauru tem Fóruns, Debates, Congressos,  Convenções, etc

Enfim,BAURU  é ÓTIMA,
cheia de baladas, cheia de cultura, de informações.

Bauru é uma cidade maravilhosa: Aproveitem mais suas opções, em vez de ficarem em casa reclamando que ( sua casa) é chata pois NOSSA cidade é ótima!!!!

Há dezenas de anos, pessoas da região toda viajam para Bauru para fazer “turismo de balada”. E a festa ainda vai continuar por dezenas de décadas.

Palestra sobre Economia e Vida – na USC

Não foi só a Ferrari que apanhou no Walmart

Postado no dia 18/novembro/2009 em Comportamento, Economia, Generalidades, Lazer, Sociedade por Kláudio Cóffani

Visitando o Walmart em Bauru, para consumir, num domingo de manhã, verfiquei um detalhe sobre o qual postei meses  atrás.

Verifiquei, confirmei e documentei que não foi só a Ferrari que apanhou do “postinho” no estacionamento do Walmart. E como comprovei isto??

Vistoriando e fotografando o postinho - cada vez mais arranhado, machucado, batido, detonado por ALGUNS  carros/motoristas que – inadvertidamente – focaram nas vagas do estacionamento, sem perceber que – justamente naquele ponto de conversão  – há um poste colocado erradamente na trajetória dos automóveis.

Vejam as fotos:

Wal Mart - estacionamento

Esta foto localiz o poste colocado no estacionamento do Walmart. Sua finalidade é sustentar a passarela, mas – sem proteção – danifica automóveis de clientes.

Verifiquem, na foto acima, que nos demais corredores do estacionamento NÃO HÁ NENHUM OUTRO POSTE  mal instalado com este.

Wal Mart - poste no meio do estacionamento

Wal Mart - poste no meio do estacionamento

Esta foto indica como o poste tem sido danificado (e consequentemente provocando amassamentos, riscos e danos) em abalroamentos produzidos por motoristas que tentam converter em busca de vagas disponíveis no estacionamento.

Observem que a sinalização do solo,
ao fundo, estabelece
que o deslocamento pode ocorrer no sentido à esquerda, INCENTIVANDO  a manobra e o acidente.

E como o Wal Mart pode evitar danos aos clientes e consertar isso??

Além de pintar o posto NOVAMENTE, bastaria ao Walmart:

1 – criar uma grossa barreira estofada, móvel e giratória, em torno do poste – como existem em locais para crianças brincarem – para:

  • aumentar o volume do poste, chamando mais atenção, reduzindo os acidentes e
  • evitar o amassamento dos automóveis, os quais seriam protegidos pelo estofado.

2 – construir uma barreira bem baixa – 10 a 15 cm  de altura e cerca de 50 cm de raio – em volta do perímetro do poste, de maneira que aquele inadvertido motorista que fosse fazer a curva normal, fechada, mas sem ver o poste, seria advertido do risco pelo obstáculo no chão.

O que me impressiona é como uma empresa com a qualidade Walmart permite a permanência por tanto tempo de um problema deste tipo, capaz de incomodar e danificar o veículo de vários consumidores, bem como capaz de comprovar que ele – Walmart – pode/deve ser responsabilizado em indenizar os acidentes que ali ocorreram (no caso da Ferrari).

E me impressiona imaginar que várias pessoas danificaram seus carros, ali dentro, e acreditaram que foi “culpa exclusiva da vítima”, que foi culpa delas e que elas não tinham direito de serem indenizados por um poste erradamente planejado e colocado em rota de manobra dos automóveis dentro de um estacionamento que recebe milhares de veículos pessoas por dia e por semana.

Retornei ao assunto, pois entendo que devemos tentar melhorar o mundo para os outros, pois nunca tive problema algum com este poste. Afinal este é o blog de nossa cidade! NOSSA cidade!!

Ninguém do Walmart se manifesta sobre isso?? Nem age??

Emenda de Vicentinho possibilita início de recuperação de antigas estações ferroviárias.

Postado no dia 6/abril/2009 em Cultura, Generalidades, Política por José Vinagre

estacao

Na última sexta-feira (03/04) lendo o Jornal da Cidade, fiquei sabendo que, finalmente, emenda no orçamento da União proposta pelo deputado federal Vicentinho (PT – SP), teve seus recursos liberados pelo Ministério do Turismo. Tais recursos serão destinados para a recuperação da antiga estação de Tibiriçá e para o começo das reformas da antiga estação da Paulista (localizada no início da Rua Rio Branco).

Tal emenda foi negociada na gestão do prefeito Tuga Angerami, quando, ainda, o município não podia receber recursos do Governo Federal. Não poderia deixar de registrar o mérito de algumas pessoas que mesmo sabendo da impossibilidade momentânea do município, correram atrás da elaboração de projetos e até o último momento da administração se envolveram com o objetivo de liberação dos recuros. Todo empenho foi recompensado, pois no último dia da gestão anterior o ex-prefeito assinou o convênio com o Ministério do Turismo.

Partciciparam desse esforço, não citado na reportagem do JC, o diretor, à época, do Departamento de Proteção ao Patrimônio Histórico, da Secretaria   Municipal de Cultura, Henrique Perazzi Aquino, o administrador da regional de Tibiriçá, Edson Cavalieri, Ricardo Bagnato (Associação dos Amigos dos Museus) e Celso, liderança do assentamento Terra Nossa em Pederneiras. Não posso deixar de citar, também, o envolvimento decisivo de vários funcionários da Prefeitura Municipal como o Edi (SEPLAN) e Niquerito (finanças).

Foi uma luta de pelo menos um ano, que demonstra o desapego de alguns, pois mesmo tendo o conhecimento que os recursos não seriam utilizados naquela gestão  se empenharam até o fim, sabendo que o estavam fazendo em prol de nossa cidade.

Parabéns a todos e que os atuais dirigentes da cidade tenham a sabedoria e o bom senso necessários para a boa utilização dos recursos (R$ 195.000,00).

O turismo regional

Postado no dia 12/março/2009 em Economia, Gastronomia, Lazer, Política, Sociedade por Renato Cardoso

Turismo em Bauru e mesmo em todo interior, sempre foi tratado e discutido como uma atividade emissiva de paulistas e paulistanos para outros centros. Ou seja, falava-se em turismo emissivo. Jamais alguém vislumbrou o turismo como fonte de receita, geração de emprego e renda.

Sem falsa modéstia, a discussão do turismo como ítem importante de desenvolvimento econômico foi iniciado a partir da proposta do titular do post, quando ocupava este, o cargo de Diretor de Turismo na Prefeitura Municipal de Bauru.

Foi numa importante reunião, no Teatro Municipal, que a exposição contaminou prefeitos da região e, a partir daí, todos passaram a focar o turismo como importante ítem de desenvolvimento, pelo aspecto receptivo. Presentes o então prefeito Nilson Costa, a prefeita de Lins Walderez à época, que abraçou a causa e partiu para a luta como parceira da proposta.

A primeira região a acatar o que estava tendo início como foco de atuação, foi a de Botucatu, onde temos hoje o Polo Questa, com dez cidades envolvidas e que está sendo considerado um modelo para o Estado, tal a organização, sinergia, condição de OSCIP, estrutura de organização e resultado. Estavam presentes à importante reunião o titular do post, então Delegado de Turismo, o então Secretário de Desenvolvimento do município, Roberto Rufino e a então prefeita de Lins, do PT, Walderez. A reunião deu-se com o prefeito Iello, que acatou de pronto a sugestão e uniu os prefeitos da região.

Logo a seguir do sucesso daquele circuito, foi criado o CODER em nossa cidade, e vimos na proposta a melhor oportunidade para criação da Câmara Temática do Turismo em nossa região e propusemos à sua diretoria (a partir do CIESP local), em fase de constituição da mesma, e na condição de representante do poder público estadual.

Fomos ouvidos e está aí o Cicuito “Caminhos do Centro Oeste Paulista” em fase final de implantação e pronto para partir para a fase de comercialização. Tivemos a felicidade (e ainda temos), de contar com o suporte técnico em forma de consultoria, do SEBRAE. Muitos agentes públicos estão sendo formados e todos eles irão continuar com o dessenvolvimento do turismo regional, a ponto de estarmos aptos a disputar o mercado, para breve. O CODER praticamente é hoje uma agência de desenvolvimento, pela parceria estabelecida com o Instituto Soma, com sede bem equipada para atendimento e desenvolvimento de atividades pertinentes.

Na condição de Delegdo Regional de Turismo, fomos até Jaú, à época, onde apresentamos o modelo de implantação do circuito regional de Bauru ao então prefeito João Sanzovo, que de pronto acatou nossa sugestão e liderou a criação do circuito regional, também em parceria com o CIESP e assessoria técnica do Sebrae. Lá está em desenvolvimento e formação de agentes públicos do circuito “Caminhos do Rio Tietê”, que promete muito.

No mesmo formato, estamos em fase de implantação do circuito regional de Lins (sub-sede da região administrativa), envolvendo oito cidades. Lins faz um belo trabalho no turismo local e parte, agora, sob nossa sugestão e mesmo assessoria e persistência, para a regionalização, chamando para a formação de um grupo de 10 cidades. O Sebrae irá iniciar seus trabalhos, a partir do nivelamento de informações.

Quando os três circuitos estiverem nivelados em termos de estrutura e informação, com cada qual com sua OSCIP (agência de desenvolvimento), para livrar-se da morosidade da máquina pública, por certo (e é essa nossa intenção), integrar os três circuitos e termos um modelo de oferta turítica compatível com o mercado nacional e em destaque com relação às demais regiões do Estado.

Hoje, quinta-feira, 12 de março, está acontecendo em São Paulo a apresentação de várias propostas de regionalização do turismo no Estado, em termos físicos. Por certo será acatada a proposta do grupo de Bauru, presente a uma reunião anterior, na qual apresentamos (fui o relator), a proposta de manutenção do formato oficial do Estado, pelos aspectos tradicionais, considerando que o formato fora criada com base em estudos e levando em conta o perfil de cada município, sua integração com os vizinhos, sinergia, etc.

Falamos, em nossa apresentação, perante toda a cúpula da secretaria e representantes do Ministério do Turismo, que precisamos acompanhar o formato adotado pelo competente governador Serra, que sinalizou com estruturas em sedes das regiões administrativas, no padrão do Poupatempo, para atendimento ao público alvo que procura a esfera regional da administração estadual. Provavelmente nossa pasta terá uma estrutura à altura e aí a comunicação para com prefeitos, autoridades, empresários, e demais representantes do “trade” será melhor reconhecida.

Mas o importante é que, com, sem, ou apesar da falta de estrutura (nenhuma), estamos avançando e ou avançamos até agora, e o turismo tem sido a secretaria de maior destaque e como atividade que mais tem sido comentada e defendida por prefeitos, vereadores e setores ligados. Confesso que a maioria discute o tema de forma errônea e este comentário tem a finalidade de esclarecer a todos, para que falemos a mesma linguagem. Aliás estou à disposição para explanações públicas e mesmo em caráter particular, para que tenhamos um único discurso.

Particularmente, já me sinto realizado por meu trabalho e, a partir de agora, nada mais será como antes em termos turísticos no interior do Estado.

Está criada a mentalidade de regionalização e interiorização e isso é irreversivo.

O presente “post” foi escrito motivado por críticas recebidas de quem nada sabe do assunto, embora não se identificando, no mais autêntico estilo: “a melhor defesa é o ataque”. Escreve com o codinome de “anônimo”.

Hoje estarei em Lins, com o secretário Israel e prefeito Casadei, viajando em condução própria e com despesas bancadas do próprio bolso.

Ontem estive com Maurício de Souza e ficamos acertados que estudos estão iniciados para a vinda do Parque da Mônica a Bauru, por um forte grupo empresarial, que me fez acompanhar por todo o dia. Não participo do encontro final em São Paulo pelo compromisso assumido anteriormente com o pessoal de Lins. Mas justifiquei a ausência a quem me compete e já me entendi com o líder do grupo que justificará minha ausência e me proporcionará um relatório completo do que está sendo discutido, enquanto escrevo este post.

Na próxima semana estarei em Santos, conversando com a assessoria do Pelé, para iniciar entendimentos para a criação do Museu Pelé em nossa cidade, como uma das etapas das comemorações do “rei”, de seus setenta anos. Mister difícil, mas estamos tentando, com crença de conseguirmos a importante conquista. Meu contato naquela cidade é a assessora Amélia, que tem sido uma parceira de Bauru e com quem tenho trocado informações sobre o assunto e até enviado fotos inéditas do “rei” de seus tempos de BAC, para servir de informação sobre a vida de Pelé, em início de carreira,vem nossa cidade.

Viajar é preciso, porém com foco, determinação e se possível sem onerar os cofres municipais.

Passeio de moto a Pardinho – na crista do Polo Cuesta

Postado no dia 27/fevereiro/2009 em Lazer por Fernando Fernandes

Terça feira de carnaval. Eu, o Gilberto e o Waltinho, todos já bem vividos, como pode se ver nas fotos, combinamos um passeio de moto por alguma cidade da região e venceu Pardinho, cidade que fica a 1.100m e altitude e está inserida no Polo Cuesta (www.polocuesta.com.br).

Fernando com a DragStar do Reinaldo e WaltinhoGilberto e Waltinho com as motos:BMW 1000 e XT600

Saimos do Posto BR na praça Portugal com destino a Botucatu, primeiramente, depois Castelinho e, a exatos 107 km de Bauru, adentramos a vicinal que leva a Pardinho. Trata-se de uma estrada pouco movimentada, bem pavimentada e com uma paisagem lindissima.

Quando atingimos 127 km de Bauru, chegamos a famosa Serrinha e seguimos a direita, no sentido Castelo Branco. Nesse trecho existem muitos mirantes naturais, mas o mais interessante é o que fica numa sequencia de curvas que impedem que por aquela vicinal trafeguem caminhões de grande porte, pois eles nao fariam as tais curvas. A foto mostra bem isso.

Paisagem da serrinha de Pardinho - ao fundo o RodoServ StarDetalhe da qualidade da estrada

De la do alto, pode-se ver o Rodoserv Star, projeto do saudoso Jurandir Bueno Filho, com projeto elétrico do Beto Benjamin, que por sinal faz 50 anos hoje e com certeza foi muito cumprimentado pelo grande círculo de amigos que possui.

Depois de todas as paradas para tirar fotos e admirar a paisagem, chegamos ao ponto principal da viagem: o restaurante onde almoçariamos, chamado A Camponesa, instalado ao lado da Rodovia Castelo Branco, sentido interior, pertencente a Rede Graal.

O almoço e o prato

A comida lá é farta e de ótima qualidade. Voce se senta e já lhe servem um grande prato de batata frita tipo chips, mas fresquinhas, enquanto você escolhe o que vai pedir. Nós comemos um filé a parmeggiana. A foto mostra o tamanho do prato. Estava tudo muito bom.

Descansamos um pouco e retornamos a Bauru, aqui chegando por volta das 16 horas. O percurso foi de 260 km e cada moto consumiu 12 litros de gasolina, fazendo cerca de 22 km/l. E olha que são motos grandes: uma Yamaha XT 600 cc, uma DragStar de 650 cc e uma BMW de 1000 cc.

Até o proximo passeio.