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Um pouco de tudo

Postado no dia 2/março/2009 em Cultura, Gastronomia, Generalidades, Lazer, Sociedade por Luiz Bigarelli Jr

Quase que diariamente vou fazer minha caminhada com um amigo de infância, o Wesley Camargo, o qual é exímio especialista em hardware, aliás, cresceu na frente de um computador, desde o CP200 da Prológica. Nestas caminhadas onde se fala de tudo começamos a relembrar algumas coisas do tempo da infância.

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Ao citarmos dezenas de produtos que eram muito apreciados, guloseimas, brinquedos, lembramos com saudade do Guaraná Brahma, o velho Guaraná Brahma, não o da garrafa verde, que é mais velho ainda, mas o da garrafa marrom, concorrente ferrenho do Guaraná Antarctica, que nada se assemelha a esse de hoje.

O Guaraná Brahma da garrafa marrom tinha um perfume indescritível, era realmente delicioso, chegou até a existir em embalagem de 2 litros, mas depois foi substituído pelo Novo Guaraná que acabou morto quase que no ninho, durou poucos anos se comparado com o decano produto que o antecedeu.

Hoje dificilmente compro uma garrafa de guaraná, prefiro uma cerveja, mas toda aquela conversa me despertou uma vontade imensa de saborear aquele guaraná de antigamente, o meu amigo Wesley ao contrário, é fã de refrigerante e logo deu a dica, para comprar o Guaraná Schin, abrir, cheirar e saborear.

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Sensacional! Nunca pensei que ao cheirar o Guaraná Schin e saboreá-lo, iria fechar os olhos e sentir o cheiro e o gosto da infância, uma coisa muito boba, porém foi uma experiência incrível, o produto Schin conseguiu se assemelhar de maneira inexplicável àquele produto de outrora.
Porém, você acha que foi fácil encontrar? Na verdade, trabalho o dia todo em Bauru, chego logo cedo e retorno já depois que escureceu, apenas para dormir em Agudos. Em nenhum supermercado de Agudos encontrei o produto, aliás é difícil encontrar algum aberto depois das 19h. Tive que comprar no Tauste em Bauru e é claro, ser muito bem atendido com a cortesia e elegância no atendimento das pessoas que lá trabalham.

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Ir em algum lugar e ser bem atendido é algo que cativa e faz com que voltemos sempre e as vezes até pagar mais caro para ser bem atendido. Desde meu primeiro post no BauruBlog, tenho falado na crise mundial, não na crise financeira, mas na crise do atendimento. Para mostrar como a coisa é geral, de norte a sul, na semana passada fui dar uma palestra sobre atendimento a um cliente de Belo Horizonte, acabei por ir com um grupo de amigos a um restaurante em Lagoa Santa, uma cidade muito simpática a 38Km ao norte de Belo Horizonte, com um potencial turístico inigualável.

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O Rococó, muito famoso, bem falado, enorme, deve caber umas 300 pessoas lá dentro, muito bem estruturado e com um ar muito bom, um astral elevadíssimo, nem passou pela minha cabeça que iria voltar ao hotel com fome. A primeira torre de chopp veio rápido, a segunda, demorou um pouco, a terceira foi quase que um parto e a tábua de frios, essa ficou na saudade, vi os pedidos de todos chegarem, inclusive os pedidos dos vizinhos de mesa que chegaram depois, porém, após mais de uma hora, chamei o garçom e cancelei o pedido. Com o estômago nas costas, voltei para o Hotel decepcionado e faminto. Ainda bem que guardei um pacote de amendoin que a aeromoça me deu no vôo da Varig operado pela Gol.

Que saudade de Bauru, ainda bem que estou novamente aqui.

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Um Comentário para 'Um pouco de tudo'

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  1. Pedro Márlon disse,

    em 7/junho/2010 às 18:54

    O engraçado é que eu sempre fui bem atendido no Rococó. Vai ver que a sua soberba paulista foi detectada pelos garços…

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